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TACK-ON-ORDER – Pedido a um fornecedor para um mesmo tipo de produto que seencontra em fabricação para outro cliente.

TACÓGRAFO – Instrumento destinado a registrar movimentos ou velocidades; tacômetroregistrador.

TACÔMETRO – Aparelho que serve para medir o número de rotações por minuto domotor e, portanto, a velocidade de máquinas ou veículos; o mesmo que taquímetro.

TAILOR MADE – Produto ou serviço customizado, feito sob encomenda conformeespecificação do cliente.

TAKT TIME – Tempo necessário entre a conclusão de unidades sucessivas de umproduto final, visando o atendimento de determinada demanda. O takt time é usado para estabelecer o ritmo das células e linhas em ambientes de produção.

TAMANHO DE LOTE – Quantidade de um item específico que é solicitado de uma fábricaou fornecedor ou emitido como quantidade padrão para o processo de produção.

TAMANHO DO LOTE DE PRODUÇÃO – O número de unidades produzidas de umproduto em determinada etapa do processo de produção entre preparações de máquinas.

TAMBOR-PULMÃO-CORDA – Técnica de programação desenvolvida usando a Teoriadas Restrições. O tambor determina o ritmo para a restrição. O pulmão é um mecanismo de tempo usado para proteger o gargalo das incertezas. A corda é o mecanismo de informação usado para sincronizar a fábrica e determinar a liberação dos materiais na cadeia de suprimentos.

TANKTAINER – Contêiner com um tanque montado sobre este para transporte delíquidos.

TAQUÍMETRO – O mesmo que tacômetro.

TARA – Peso de uma unidade de transporte intermodal ou veículo sem carga. Ao sepesar o total subtrai-se a tara, chegando-se assim ao peso da carga.

TARGET COST – Custo Alvo ou meta de custo a ser alcançada.

TARGET INVENTORY LEVEL – Nível de Estoque Desejado.

TARIFA ADICIONAL (OVER TAX) – Tarifa por quilograma cobrada pelo peso global.

TARIFA ADICIONAL (TRANSPORTE AÉREO) (OVER PIVOT RATE) – Tarifa aplicada aremessas transportadas do aeroporto de partida para o de chegada, inteiramente em unitizadores de Carga.

TARIFA COMBINADA DE TRANSPORTE – Índice conjunto obtido pela combinação dedois ou mais índices publicados.

TARIFA DE UNITIZAÇÃO DE CARGA A GRANEL (BULK UNITIZATION CHARGE) – Aaplicada a remessas transportadas do aeroporto de partida para o de chegada, em unitizadores de carga.

TARIFA POR QUANTIDADE (QUANTITY CHARGE) – Índice unitário inferior ao índicenormal e que se aplica a expedições que correspondem a determinadas necessidades de peso.

TAXA DE ATENDIMENTO A PEDIDO (ORDER-FILL RATIO) – Porcentagem deatendimento de um pedido ou um grupo de pedidos que podem ser completadas (preparadas e expedidas). Para algumas empresas, em particular aquelas que vendem produtos muito similares, esta taxa é um indicador chave de serviço ao cliente.

TAXA DE ATRACAÇÃO (WHARFAGE) – Uma taxa cobrada do expedidor por usar umcais para atracação, carga ou descarga de uma embarcação ou estocagem de produtos além do cais ou doca.

TAXA DE ENCARGOS GERAIS (BURDEN RATE) – Custo, geralmente expresso emunidades monetárias por hora, que se transmite normalmente no custo de cada hora padrão de produção para cobrir os gastos gerais.

TAXA DE INCENTIVO (INCENTIVE RATE) – Uma taxa que induz o transportador atransportar um alto volume por transporte.

TAXA DE LEAD TIME DO SISTEMA DE FORNECIMENTO DE PRODUTO (PRODUCT SUPPLY SYSTEM LEAD TIME RATIO) – É o tempo utilizado para fornecer a umrequisitante produtos acabados para que ele possa fazer a entrega ao cliente. Isto pode ser igual ou menor que a expectativa do cliente em relação ao lead time de reabastecimento. Mede-se dividindo o lead time do fornecimento atual pelo lead time de reabastecimento esperado pelo cliente. O alvo a atingir é uma taxa de leadtime do sistema de fornecimento do produto menor ou igual a 1.

TAXA DE MANUSEIO DE TERMINAL (TERMINAL HANDLING CHARGE) – Quantia fixaque os armadores organizados numa Conferência Marítima cobram pelo manuseio de mercadorias no terminal portuário.

TAXA DE MANUSEIO DETERMINAL (TERMINAL HANDLING CHARGE – THC) – Quantia fixa que os armadores organizados numa Conferência Marítima cobram pelo manuseamento das mercadorias no terminal portuário. Os armadores que não pertencem a qualquer conferência (oulsiders) também estabelecem uma determinada THC.

TAXA DE VALOR LIBERADO (RELEASED-VALUE RATES) – Taxa baseada sobre ovalor do transporte.

TAXA DO EXPORTADOR E DESEMBARQUE DO ARMADOR (FREE IN LINER OUT – FILO) – Condição de transporte que significa que as despesas de embarque são doexportador e as de desembarque do armador.

TEAM BUILDING – dinâmica de grupo em área externa, onde os participantes serãoexpostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas do dia-a-dia da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada.

TECA – TERMINAL DE CARGA AÉREA – Local em aeroporto onde as cargas sãopreparadas para embarque em aeronaves ou recebidas para transferência para outro modal de transporte.

TÉCNICA DE INTERPOLAÇÃO DE GERENCIAMENTO DO TAMANHO DO ESTOQUE (LOTSIZE INVENTORY MANAGEMENT INTERPOLATION TECHNIQUE – LIMIT) – Técnica para identificar grupos de produtos semelhantes em tamanhos de lote para determinar o efeito que lotes económicos terão no estoque total, custos totais de setup e disponibilidade de máquina.

TECNOLOGIA – Conjunto ordenado de conhecimentos científicos, técnicos empíricos eintuitivos, empregados no desenvolvimento, na produção, na comercialização e na utilização de bens e serviços.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (INFORMATION TECNOLOGY – IT) – Um termo geralempregado para referir a todos os aspectos da tecnologia da computação e comunicações, incluindo hardware e software, que abrange criação, arquivo, processamento, distribuição e apresentação da informação para uma variedade de empregos, incluindo negócios, educação, cientifico, pessoal, e outros.

TECNOLOGIA MÓVEL (MOBILE TECHNOLOGY) – Equipamentos como computadores etecnologias da comunicação que podem ser facilmente carregados e operados sem recursos de energia externa.

TECNOLOGIA OTIMIZADA DE PRODUÇÃO (OPTIMIZED PRODUCTION TECHNOLOGY – OPT) – Conceito de gerenciamento de uma organização de manufaturaque objetiva aumento do faturamento aumentando simultaneamente o processamento, reduzindo o estoque ao preço de compra e reduzindo as despesas operacionais.

TECNOLOGIAS MÓVEIS (MOBILE TECHNOLOGIES) – Normalmente se refere aoscomputadores básicos e tecnologias de comunicação que podem ser facilmente carregados e operados sem a necessidade de um recurso de energia externa. Como exemplos temos os notebooks, telefones celulares, e agendas eletrônicas pessoais.

TÊMPERA – Palavra utilizada no setor de Produção, que significa o processo detratamento térmico nos aços, para que obtenha maior dureza e resistência mecânica. Consiste no aquecimento do mesmo até ficar avermelhado e em seguida é resfriado bruscamente colocando-o na água ou no óleo.

TEMPO ATÉ O MERCADO (TIME-TO-MARKET) – Tempo total necessário para projeto,construção e entrega de um produto (tempo da conceituação à entrega).

TEMPO DA DOCA AO ESTOQUE (DOCK-TO-STOCK TIME) – Tempo gasto medidopara o recebimento de um item da doca até estocagem do produto. Alguns consideram não apenas a estocagem física do item, mas a sua disponibilização nos sistemas da empresa para a venda.

TEMPO DE ATRAVESSAMENTO – Tempo decorrido a partir do momento em que umamatéria-prima chega na empresa e o momento em que esta matéria-prima chega no armazém incorporada em um produto acabado.

TEMPO DE CICLO (CYCLE TIME) – O tempo total entre o início e o término de umproduto no processo, incluindo todo o trabalho em componentes, mas sem incluir a obtenção dos itens adquiridos. É o tempo para produzir um item.

TEMPO DE CICLO COMPRIMIDO (COMPRESSED CYCLE TIME) – O gasto em iniciativapara a redução do tempo necessário aos produtos para atravessar todo o sistema, desde matéria-prima até o produto acabado.

TEMPO DE CICLO DE CAIXA-A-CAIXA (CASH-TO-CASH CYCLE TIME) – Tempo entrepagamento do cliente final e do pagamento a fornecedores. Este índice é um importante indicador do desempenho da cadeia de abastecimento, refletindo o desempenho do processo de gestão de inventários e financeiro. Algumas empresas obtém valores negativos, o que significa um outro desempenho.

TEMPO DE CICLO DE OPERAÇÃO DE LOTE (LOT OPERATION CYCLE TIME) – Tempo necessário do início do setup até o final da limpeza para um lote de produção em uma dada operação. Inclui setup, produção, limpeza, e outros.

TEMPO DE CICLO DE PEDIDO (ORDER CYCLE TIME OU LEAD TIME) – Período entrea colocação de um pedido e o seu respectivo recebimento, incluindo o tempo gasto na transmissão, processamento, preparação e embarque.

TEMPO DE COMPRA – É o período compreendido entre a data da requisição do materialaté a data do fechamento do pedido.

TEMPO DE CONSUMO – Define-se como o tempo durante o qual o produto esgota oumuda a sua utilidade. Um produto embalado num frasco de vidro tem esgotado a sua utilidade quando o produto acabar, mas o frasco de vidro poderá a ter utilidade na forma de contentor de pequenas peças.

TEMPO DE CORTE – O momento até o qual se aceita uma carga para assegurar que amesma estará de acordo para um determinado transporte.

TEMPO DE ESPERA – Tempo gasto enquanto um trabalho aguarda processamento.

TEMPO DE ESPERA EM UM CANAL DE SERVIÇO (WAITING TIME ATA SERVICE CHANNEL) – Tempo de espera que surge porque uma determinada atividade foi realizadapor um ou mais recursos com uma capacidade limitada. Resulta em filas e conseqüentemente em tempo de espera. Dentre os fatores determinantes encontram-se: número de canais de serviço, fator de carga por canal de serviço, tempo de processamento para as atividades.

TEMPO DE FILA (QUEUE) – Período de tempo entre a chegada do material em umaestação de trabalho e início do processamento do mesmo.

TEMPO DE FORNECIMENTO – É o período compreendido entre o fechamento do pedidode compras junto ao fornecedor, até a data de entrega dos materiais no local combinado.

TEMPO DE MOVIMENTO PREDETERMINADO (PREDETERMINED MOTION TIME) – Um todo organizado de informações, procedimentos, técnicas e tempos de movimento empregado no estudo e avaliação de elementos de trabalho manual, útil na categorização e análise de todos os movimentos em elementos cujos tempos são computados conforme fatores como extensão, grau de controle muscular e precisão. Os tempos fornecem a base para calcular um padrão de tempo para as operações.

TEMPO DE PARADA (DOWN TIME) – Tempo em que um equipamento não estádisponível para uso. Inclui tempo necessário para manutenção e outros serviços necessários.

TEMPO DE PEGA – O tempo decorrido entre a produção e compra pelo usuário doproduto é um número que mostra a situação dinâmica das forças que compõem o sistema logístico.

TEMPO DE REABILITAÇÃO (BREAKING-DOWN TIME) – Tempo necessário para umcentro ou estação de trabalho voltar a uma condição padrão após conclusão de uma operação.

TEMPO DE RECEBIMENTO – É o tempo compreendido entre a chegada do material, atéa liberação do mesmo para estoque, após ter sido feita toda a conferência de quantidades, documentos, material (quebras, testes, se é o mesmo que foi solicitado, etc.).

TEMPO DE REPARAÇÃO – Tempo de serviço total, incluindo tempo de deslocamentopara que um componente reparável retorne ao estoque e torne-se disponível para uso.

TEMPO DE RESPOSTA (RESPONSE TIME) – O tempo decorrido ou atraso médio entreo início de uma transação e os resultados da transação.

TEMPO DE RESSUPRIMENTO – É a somatória de todos os Tempos, ou seja, o Tempodo Pedido de Compra mais o Tempo de Compra, mais o Tempo de Fornecimento, mais o Tempo de Transporte, mais o Tempo de Recebimento. Compreende o fechamento do círculo, entre a requisição por parte do usuário final, até o material estar disponível para utilização.

TEMPO DE SEPARAÇÃO (PICK TIME) – Quantidade de tempo em uma fase deseparação necessária para um separador selecionar os itens, desde a colocação no contenedor de separação até completar a transação com a marcação na lista de separação ou finalizando a tarefa em um terminal de radiofreqüência ou outro equipamento. Não inclui o tempo de deslocamento.

TEMPO DE SET-UP – Tempo de preparação – é o tempo transcorrido entre a produção da última peça/quilo/metro boa de um produto A e a produção da primeira peça/quilo/metro bom de um produto B quando em um determinado equipamento efetua-se a troca do produto A pelo produto B.

TEMPO DE TRÂNSITO (TRANSIT TIME, TRAVEL TIME) – Padrão de tempo, que seassume em qualquer ordem, para o movimento físico de itens de uma operação à outra.

TEMPO DE TRANSPORTE – É o período compreendido entre a data de entrega domaterial até a chegada do mesmo para o requisitante (destino).

TEMPO DE TROCA – É o tempo decorrido entre a última peça boa, de uma corrida deprodução, e a peça aprovada, da próxima corrida de produção.

TEMPO DE TROCA DE FERRAMENTA (SETUP TIME) – O utilizado para troca deferramenta para a fabricação de um outro produto ou determinado equipamento. É medido a partir da última peça produzida até a primeira de um novo produto.

TEMPO DE VALIDADE (SHELF LIFE) – Tempo de vida de um produto, até seuvencimento.

TEMPO DESPENDIDO NA COMPRA – Define-se como tempo despendido na compra,como a média do tempo que o usuário dedica a localizar, examinar e comprar um determinado produto. O consumidor não pode ser forçado a despender tempo e energia que esteja em desproporção com a satisfação de suas necessidades, que esperam obter com o produto que compram.

TEMPO DO DESENVOLVIMENTO DE PROMOÇÃO (PROMOTION DEVELOPMENT LEAD TIME) – A média do tempo decorrido desde e concepção até a promoção aoconsumidor para a iniciação dos eventos.

TEMPO DO PEDIDO DE COMPRA – É o período compreendido entre a requisição (viapapel ou sistema) do usuário, até a aprovação final dos seus superiores, formalizando assim o documento (via papel ou via sistema), que seguirá para o Departamento de Compras.

TEMPO EM TRÂNSITO (TRANSIT TIME) – Tempo entre pagamento do cliente final e dopagamento a fornecedores. Este índice é um importante indicador do desempenho da cadeia de abastecimento, refletindo o desempenho do processo de gestão de inventários e financeiro. Algumas empresas obtém valores negativos, o que significa um outro desempenho.

TEMPO MÉDIO DE ATRASO LOGÍSTICO (MEAN LOGISTICS DELAYTIME – MLDT) – Tempo de parada necessário para substituição de peças, fornecimento, ferramentas ou dados que estão sendo obtidos.

TEMPO MÉDIO ENTRE FALHAS (MEAN TIME BETWEEN FAILURES – MTBF) – Médiade tempo entre falhas – período sem problemas.

TEMPO MÉDIO PARA REPARO (MEAN TIME TO REPAIR – MTR) – Média de tempopara a realização de reparo.

TEMPO PARA MOVIMENTAÇÃO (MOVING TIME) – Padrão utilizado em pedidos para amovimentação de itens.

TEMPO PERDIDO – Tempo em que um recurso produtivo não está produzindo, devido aoset up, manutenção, falta de material e de ferramentas e falta de programação.

TEMPO PREDETERMINADO DE MOVIMENTO (PREDETERMINED MOTION TIME) -Conjunto de informações, procedimentos, técnicas e tempos de movimento no estudo e avaliação de elementos de trabalho manual. Utilizado para se estabelecer a categoria e fazer a análise de todos os movimentos cujos tempos são computados de acordo com fatores como extensão, grau de controle muscular e precisão.

TEORIA DAS FILA (QUEUING THEORY) – Área da matemática aplicada que estuda oscongestionamentos decorrentes da interrupção do fluxo normal e respectiva espera. Modelos relacionados com a linha de espera (fatores que influem na espera).

TEORIA DAS RESTRIÇÓES (THEORY OF CONSTRAINTS – TOC) – Técnicaadministrativa desenvolvida pelo físico israelense Eliyahu Goldratt, que consiste em identificar e eliminar as restrições (ou gargalos) em todas as atividades do negócio.

TEORIA DE GRAFOS (GRAPHOS THEORY) – Baseada nos relacionamentos, é utilizadapara tratar poblemas de caráter seqüencial.

TERCEIRIZAÇÃO (OUTSOURCING) – Uso de terceiro, subcontratado, transportador,armazém ou operador logístico para realizar funções normalmente realizadas pela própria empresa. Transferir as operações ou ativos de uma empresa para outra, para sua gestão e abastecimento.

TERCEIRO (THIRD PARTY) – Qualquer pessoa ou organização que presta serviço emprocesso de produção ou logística, que não seja nem o comprador ou o vendedor.

TERMINAIS     DE   RADIOFREQÜÊNCIA   (RADIO-FREQUENCY  TERMINALS) – Dispositivos de rádio-comunicação utilizados como uma ligação entre computadores. Os terminais RF podem ser utilizados para transferir dados entre computadores ou entre um dispositivo portátil de entrada de dados e um computador.

TERMINAL – Local em que ocorre uma alteração do modal de transporte. É o local emqualquer um dos pontos de uma linha de transporte incluindo escritório, instalações de reparo ou movimentação.

TERMINAL DE FATURAMENTO (BILLING TERMINAL) – Terminal que prepara a faturade frete para uma expedição. Normalmente, este será o terminal de origem. Entretanto, se o transportador tiver centralizado o sistema de faturamento, poderá ser o escritório geral do transportador. Por outro lado, se o transportador regionalizou o faturamento, o terminal de faturamento pode ser um terminal intermediário ou destino.

TERMINAL DE RADIOFREQUÊNCIA – Dispositivos de radiocomunicação utilizadoscomo uma ligação entre computadores. Os terminais RF podem ser utilizados para transferir dados entre computadores ou entre um dispositivo portátil de entrada de dados e um computador. Usados em conjunto com um sistema de gerenciamento do armazém (WMS) para indicar a um operador as atividades de separação, estocagem e contagem cíclica de inventário. Comunica-se com o WMS por meio de transmissões de radiofreqüência de baixa energia. É uma ligação em tempo real entre as atividades do armazém e o sistema de controle dos estoques.

TERMINAL PORTÁTIL (HAND HELD TERMINAL) – Dispositivo para entrada de dadostão pequeno que pode ser carregado e usado em um mão. É um scanner móvel.

TESTE DE SOMA CUMULATIVA (CUMULATIVE SUM TEST) – Método de sinalizaçãoem que um sinal é disparado se a soma das disparidades entre o real e o previsto ultrapassar um certo limite de controle.

TEU – Twenty Foot Equivalent Unit. Tamanho padrão de contêiner intermodal de 20 pés.

TI – TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – Engloba todos aspectos da tecnologia dacomputação e comunicações (hardware, software), abrangendo criação, arquivo, processamento, distribuição e apresentação da informação.

TIJOLOS E CIMENTO (BRICKS AND MORTAR) – Expressão utilizada para designar asempresas tradicionais (tijolos e cimento) fundamentadas no mercado físico.

TIJOLOS E CLIQUES (BRICKS AND CLICKS) – Designação para empresasconvencionais que adotaram práticas digitais (modelo híbrido).

TIME PHASING – Técnica para expressar a demanda futura, fornecimento e estoques porperíodo de tempo.

TIME TO MARKET ou TEMPO ATÉ O MERCADO – É o tempo necessário para projetar,aprovar, construir e entregar um produto.

TIPO DE EMBALAGEM (PACKAGE TYPE) – Tipo de embalagem que corresponde a umcerto projeto, por exempla uma caixa com dimensões específicas.

TKU – Toneladas transportadas por quilômetro útil.

TMS – Transportation Management Systems ou Sistemas de Gerenciamento deTransporte.

TOC – Theory of Constraints ou Teoria das Restrições.

TOCO – Caminhão que tem o eixo simples na carroceria, ou seja, não é duplo.

TOLERÃNCIA EM EXPEDIÇÃO – Desvio permitido em que o Fornecedor ainda podeexpedir;ou conforme qualidade em contrato.

TOTAL COST OF DISTRIBUTION – Total de todos os pedidos de reabastecimentopendentes. O saldo de pedidos aumenta quanto um novo pedido é liberado e diminui quando se recebe materiais frente a um pedido ou quando um pedido é cancelado.

TOTAL MANUFACTURING MANAGEMENT (TMM) – Redefinição da produção baseadana lógica do JIT, controle do processo, melhoria contínua, máximo comprometimento com um sistema de gestão com a lógica do custo total.

TOTAL QUALITY ASSURANCE (TQA) – Cuidadosa revisão sob a ótica da QualidadeTotal dos sistemas de Garantia da Qualidade e da utilização das normas e da certificação. A ênfase é colocada sobre a evolução de tais sistemas através de uma lógica de instrumentos necessários, mas não suficientes, par gerir de modo dinâmico e ativo ao invés de uma abordagem fiscal e burocrática.

TOUCH SCREEN – Tela sensível ao toque.

TPA – Trabalhadores Portuários Avulsos.

TPC – TELLIGENT PROXIMITY CONTROL – Dispositivo que controla a distância entreos veículos na estrada e identifica a necessidade da potência de frenagem para evitar uma colisão traseira. Com o radar instalado no pára-choque dianteiro o sistema informa ao motorista a real distância entre os veículos. O TPC desacelera, retarda e/ou freia para manter a distância desejada, inclusive quando o outro veículo corta a frente numa ultrapassagem.

TPM – MANUTENÇÃO PREVENTIVA TOTAL – É um conjunto de atividades demanutenção, envolvendo a todos empregados, visando a melhoria de performance e produtividade dos equipamentos de uma fábrica.

TPS -TOYOTA PRODUCTION SYSTEM

TQC CONTROLE TOTAL DA QUALIDADE – Esforço totalmente integrado para amelhoria do desempenho em todos os níveis, para a elevação da satisfação do cliente.

TQM – Total Quality Management ou Gestão da Qualidade Total. Foi criado em 1985 pelaNaval Air Systems Comand para descrever o seu enfoque de gerenciamento ao estilo japonês para o aperfeiçoamento da qualidade.

TRACKSTAR – Veículo utilizado no setor ferroviário para verificação e manutenção dostrilhos, dormentes e geometria.

TRADE OFF – Troca compensatória, na sua forma básica, o resultado incorre em umaumento de custos em uma determinada área com o intuito de obter uma grande vantagem em relação às outras.

TRADE-OFF OU COMPENSAÇÃO – Na sua forma básica, o resultado incorre em umaumento de custos em uma determinada área com o intuito de obter uma grande vantagem em relação as outras (em termos de aumento de rendimento e lucro).

TRÁFEGO – Departamento ou função que tem a responsabilidade de organizar aclassificação mais econômica e método de expedição tanto para produtos quanto materiais que são recebidos e expedidos.

TRÁFEGO ENTRE PAÍSES (EM EXPEDIÇÃO) (CROSS TRADES) – Termo usado emexpedição para os serviços de uma embarcação entre nações diferentes em vez de somente para a nação em que a embarcação é registrada.

TRANSBORDO (TRANSHIPMENT) – Ação pela qual os produtos são transferidos de ummeio de transporte para outro no decorrer de uma operação de transporte.

TRANSELEVADOR (TURRET CRANE) – Equipamento para movimentação de materiais em que os garfos tem capacidade de rotação de 180 graus para estocar e recuperar paletes de ambos os lados do equipamento em um corredor estreito.

TRANSFERÊNCIA ELETRÔNICA DE FUNDOS (ELECTRONIC FUNDS TRANSFER) – Sistema informatizado que processa as transações financeiras efetuadas entre duas partes.

TRANSFERÊNCIA EM ARMAZÉM (WAREHOUSE MOVEMENT) – Movimentação físicaou registro de transações na gestão de materiais num armazém (do estoque reserva para o estoque de separação) ou entre armazéns físicos e lógicos.

TRANSFERÊNCIA INTERFÁBRICAS (INTERPLANT TRANSFER) – Expedição de umapeça ou produto de uma fábrica para outra ou divisão empresarial.

TRANSITÁRIO (TRAFFIC AGENT) – Empresa especializada na organização e gestão detoda a cadeia de transporte de mercadorias (ou parte desta), e encarregada pelo utilizador (estivador) de efetuar esse serviço. Para realizar este trabalho faz contratos, relativamente às diversas fases do transporte, com outros operadores como, por exemplo, consignatários, agentes alfandegários, agências de transporte, e outros.

TRANSPONDER DE RÁDIOFREQUÊNCIA – Tecnologia de identificação automáticaoperada da mesma forma que etiquetas de segurança colocadas em roupas. Os equipamentos transmitem as informações para um sistema de computador quando próximos ao transponder de radiofreqüência.

TRANSPORTADOR CONTÍNUO (CONVEYOR) – Mecanismo que transporta materiaispor mero de correias, roletas móveis, e outros.

TRANSPORTADOR CONTINUO EXTENSIVEL (ACCORDION ROLLER CONVEYOR) – Um transportador continuo de roletas com estrutura flexível que pode ser extendida ou contraída assumindo vários comprimentos.

TRANSPORTADOR CONTINUO PORTÁTIL (PORTABLE CONVEYOR) – Qualquer tipode transportador portátil, usualmente possuindo suportes os quais permitem uma mobilidade.

TRANSPORTADOR ISENTO (EXEMPT CARRIER) – Transportador contratado isento deregulamentação econômica.

TRANSPORTADOR ISENTO DE TAXAS (FREE CARRIER – FCA) – Este termo foidesignado para ir de encontro com as necessidades dos transportes modernos, particularmente o transporte intermodal, transporte por contêiner ou “roll-on -roll-off”, por reboques e barcos. Baseia-se no mesmo principio do FOB, apenas aqui o vendedor cumpre as suas obrigações quando entrega a mercadoria ao transportador no local designado. Se nenhum ponto exato for designado na altura do contrato de venda ambas as partes devem se referir ao local onde o transportador deverá tomar a mercadoria à sua responsabilidade. O risco de perda ou dano da mercadoria é transferido do vendedor para o comprador, naquele momento, e não na altura do embarque.

TRANSPORTADORA (CARRIER) – Parte que assume o transporte de produtos de umponto para outro.

TRANSPORTADORA COMUM (COMMON CARRIER) – Empresa que transportamercadorias em troca de remuneração.

TRANSPORTADORA DE CARGA GERAL – Transportador que possui autorização deoperação no transporte de produtos em geral, ou todos os produtos não listados como especiais.

TRANSPORTE – É a parte da logística responsável pelo deslocamento de cargas.

TRANSPORTE ACOMPANHADO (ACCOMPANIED TRANSPORT) – Transporte deveículos rodoviários por outro tipo de transporte (via férrea, por exemplo) acompanhado do motorista.

TRANSPORTE AÉREO (AIRWAY TRANSPORTATION) – Movimentação de pessoas oumateriais pelo ar, por aviões, helicópteros, balões ou dirigíveis.

TRANSPORTE AQUAVIÁRIO (WATERWAY TRANSPORTATION) – Movimentação depessoas e mercadorias por via fluvial ou marítima.

TRANSPORTE COMBINADO – Transporte intermodal onde a maior parte da jornada évia ferroviária, fluvial ou marítima e o transporte inicial e/ou final por rodovia é o mais curto possível. Refere-se ao transporte de um veículo de transporte por outro (piggy back), como por exemplo, uma carreta transportada por um vagão ferroviário ou por um ferry boat.

TRANSPORTE CONTÍNUO (CONVEYOR) – Mecanismo de transporte que se utilizacorreias, roletes móveis e similares.

TRANSPORTE CONTÍNUO EXTENSÍVEL (ACCORDION ROLLER CONVEYOR) – Usode estrutura flexível, que pode ser estendida ou reduzida, no transporte contínuo de roletes.

TRANSPORTE CONTRATADO DEDICADO (DEDICATED CONTRACT CARRIAGE) – Serviço contratual terceirizado que fornece veículos e motoristas para um cliente único que fará uso exclusivo deste serviço, usualmente executado em uma situação de rota fixa.

TRANSPORTE COORDENADO – Dois ou mais transportadores de diferentes tipostransportando um embarque.

TRANSPORTE DE ARTIGOS PERIGOSOS (ARTICLES DANGEREUX DE ROUTE – ADR) –Acordo europeu relacionado ao transporte internacional de produtos perigosos emrodovias.

TRANSPORTE DE BAGAGENS – Condições em que se realiza o transporte. Variante dotransporte de encomendas. Compreende-se o transporte do excedente do permitido ao viajante levar em seu poder no próprio carro de passageiros.

TRANSPORTE DUTOVIÁRIO (PIPELINE TRANSPORTATION) – Movimentação defluidos e gases pela tubulação.

TRANSPORTE E SEGURO PAGO ATÉ (CARRIAGE AND INSURANCE PAID TO – CIP) – Pagamento antecipado de frete e seguro por parte do vendedor. Os valores serão cobrados do destinatário somente depois da entrega das mercadorias.

TRANSPORTE E SEGURO PAGO ATÉ (CARRIAGE ANO INSURANCE PAID TO – CIP) –Termo pelo qual o comprador paga o frete de carregamento para o destino. O risco deperda ou dano dos produtos, bem como quaisquer custos adicionais devido a eventos que ocorrerem depois do momento que os produtos tiverem sido entregues ao transportador, é transferido do vendedor para o comprador quando os produtos tiverem sido entregues a um transportador. “Transportado” aqui, leia- se qualquer pessoa que, em um contrato de transporte, assuma realizar ou providenciar a realização do transporte seja via terrestre, férrea, marítima, aérea ou outro, ou então de uma combinação deles. Se forem utilizados transportadores subseqüêntes, o risco passa quando os produtos tiverem sido entregues ao primeiro transportador. Este termo exige que o vendedor libere os produtos para exportação.

TRANSPORTE FERROVIÁRIO (RAILWAY TRANSPORTATION) – Movimentação depessoas ou materiais por ferrovias.

TRANSPORTE INTELIGENTE (INTELIGENT TRANSPORTATION) – Sistema que atendeàs exigências de entrega (programado de acordo com as reais exigências e necessidades)

TRANSPORTE INTERMODAL – É o transporte realizado através de dois ou mais modaisde transporte de forma eficiente, com mínimas resistências ao movimento contínuo de bens e equipamentos de transporte, desde a origem até o destino. É a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, com emissão de documentos independentes, onde cada transportador assume responsabilidade por seu transporte. São utilizados para que determinada carga percorra o caminho entre o remetente e seu destinatário, entre os diversos modais existentes, com a responsabilidade do embarcador.

TRANSPORTE MULTIMODAL – é a integração dos serviços de mais de um modo detransporte, utilizados para que determinada carga percorra o caminho entre o remetente e seu destinatário, entre os diversos modais existentes, sendo emitido apenas um único conhecimento de transporte pelo único responsável pelo transporte, que é o OTM – Operador de Transporte Multimodal.

TRANSPORTE PAGO ATÉ (CARRIAGE PAID TO – CM) – Termo pelo qual o compradorpaga o frete de carregamento para o destino. O risco de perda ou dano dos produtos, bem como quaisquer custos adicionais devido a eventos que ocorrerem depois do momento que os produtos tiverem sido entregues ao transportador, é transferido do vendedor para o comprador quando os produtos tiverem sido entregues a um transportador. “Transportado” aqui, leia-se qualquer pessoa que, em um contrato de transporte, assuma realizar ou providenciar a realização do transporte seja via terrestre, férrea, marítima, aérea ou outro, ou então de uma combinação deles. Se forem utilizados transportadores subseqüêntes, o risco passa quando os produtos tiverem sido entregues ao primeiro transportador. Este termo exige que o vendedor libere os produtos para exportação.

TRANSPORTE PIGGYBACK (PIGGYBACK TRANSPORT) – Transporte combinado viarodovia ou ferrovia.

TRANSPORTE RODOVIÁRIO (ROADWAY TRANSPORTATION) – Movimentação depessoas ou materiais por rodovias, automóveis, caminhões, carretas, etc.

TRANSPORTE VAIVÉM (SHUTTLE SERVICE) – Transporte de ida e volta em uma rotageralmente curta entre dois pontos.

TRAPICHE – Armazém de mercadorias junto ao cais.

TREINAMENTO NO LOCAL DE TRABALHO (ON THE JOB TRAINING – OJT) -Aquisição de conhecimento sobre uma atividade na prática

TREMINHÕES – é o conjunto formado por um caminhão normal ou cavalo mecânico maissemi-reboque, engatado em 2 reboques, formando assim um conjunto de três carrocerias puxadas por um só caminhão. É muito utilizado no transporte de cana de açúcar.

TRICK – é uma asa-delta motorizada que vem equipada com rodas e/ou flutuadores eassentos de fibra de vidro.

TROCA DE FERRAMENTA EM MINUTO SIMPLES (SINGLE MINUTE EXCHANGE OF DIE – SMED) – O termo foi usado primeiramente pelo especialista japonês em manufatura Shigeo Shingo, como uma abordagem à redução de tempos de setup que visa reduzir todos os tempos de setup para menos de 10 minutos.

TRONCO (TRUNK) – Extensão que interliga dois hubs mutuamente.

TRONCO l LINHA PRINCIPAL (TRUNK) – Extensão que interliga dois hubs mutuamente.

TRUCK – Caminhão que tem o eixo duplo na carroceria, ou seja, são dois eixos juntos. Oobjetivo é agüentar mais peso e propiciar melhor desempenho ao veículo.

TURNOVER – Palavra em inglês, que na tradução quer dizer: rotatividade; movimentação;giro; circulação; medida da atividade empresarial relativa ao realizável a curto prazo; vendas.