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PAC – Production Activity Control ou Controle de Atividade da Produção.

PACKING LIST – Lista de Embalagem.

PADRÃO DE VENDAS (SALES PATTERN) – Série de porcentagens, que juntorepresentam um total anual, calculado a partir de fatores sazonais e níveis de tendências em vendas que refletem a variação esperada nas vendas mensais devido a influências sazonais.

PADRÃO SAZONAL (SEASONAL PATTERN) – Série de porcentagens, que juntorepresentam um total anual, calculado a partir de fatores sazonais e níveis de tendências que refletem a variação esperada nas vendas mensais devido a influências sazonais.

PADRONIZAÇÃO DA REDE DA INFORMAÇÃO DO ARMAZÉM (WINS) – Mensagem epadrão de comunicação utilizado nos armazéns compatíveis com o UCS.

PADRONIZAÇÃO DA REDE DE INFORMAÇÕES DO DEPÓSITO (WINS-WAREHDUSE INFORMATION NETWORK STANDARD) – Uma mensagem e um padrão decomunicação utilizada nos armazéns nos Estados Unidos e compatível com o UCS.

PAGAMENTO ANTES DA ENTREGA (CASH BEFORE DELIVERY – CBD) – Termo devendas, segundo o qual o comprador paga ao transportador o preço do produto antes da entrega e o vendedor assume o risco do comprador recusar os produtos.

PAGAMENTO CONTRA ENTREGA (CASH ON DELIVERY – COD) – Termo segundo oqual o transportador recebe o pagamento do consignatário e remete a quantia ao embarcador.

PAGAMENTO CONTRA ENTREGA DE DOCUMENTO (CASH AGAINST DOCUMENT – CAD) – Termo segundo o qual o comprador paga os produtos contra transferência dedocumentação, autorizando-o a recebê-los do transportador.

PAGAMENTO CONTRA EXPEDIÇÃO (CASH COLLECTION SHIPMENT – CCS) – Expedição para a qual não se estende crédito. Nesta situação, os custos de frete devem ser pagos antes da expedição ser liberada do transportador ao consignatário.

PAGAMENTO EM DINHEIRO CONTRA ENTREGA DE DOCUMENTOS (CASH AGAINST DOCUMENTS – CAD) – Termos de pagamento: se o comprador de produtospaga os produtos contra transferência de documentação. autorizando-o a receber os produtos do transportador.

PALETE (PALLET) – É uma plataforma disposta horizontalmente para carregamento,constituída de vigas ou blocos com ais) face(s) sobre os apoios, cuja altura é compatível com a introdução de gados de empilhadeira ou paleteira ou outros sistemas de movimentação. Permite o arranjo e o agrupamento de materiais, possibilitando o manuseio. estocagem, movimentação e transporte como uma única carga.

PALETE CATIVO (CAPTIVE PALLET) – Para uso confinado em instalação única, comsistema de coleta no caso de transporte para outra empresa.

PALETE DE INTERCÂMBIO (EXCHANGE PALLET) – De múltiplo uso para um grupo deembarcadores e recebedores.

PÁLETE PBR – Foi implantado pela ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados,em 1990, após vários anos de estudos. A verdadeira finalidade e importância PBR é a intercambialidade entre empresa, ou seja, é um pálete reutilizável em uma rede aberta, onde as empresas mantêm relações comerciais entre si, trocam os seus páletes em suas entregas e recebimentos e produtos, reduzindo custos e criando agilidade em armazenagem, cargas e descargas. Mede 1,00 m x 1,20 m.

PALETE RECICLÁVEL (RECYCLED PALLET) – Descartado depois de usado. Paravoltar a ser utilizado é reparado ou refeito.

PALETE RETORNÁVEL (RETURNABLE PALLET) – Projetado para ser utilizado emmais de uma viagem (múltiplo uso).

PALETE REUTILIZÁVEL (REUSABLE PALLET) – Normalmente feito de madeira, depoisde passar por inspeções e reparados voltam a ser utilizados.

PALETIZAÇÃO – Consolidação de diversas unidades de materiais e componentes sobreuma plataforma de madeiras (estrado) ou outro tipo de material visando tornar mais ágeis e seguras as operações de manuseio, armazenagem e movimentação através de empilhadeiras e paleteiras reduzindo em grande parte a mão-de-obra e agilizando o processo de movimentação do produto.

PALETIZADORES/DESPALETIZADORES (PALLETIZER/DEPALLETIZER) -Equipamento automático ou semi-automático constituído de transportadores contínuos sincronizados e mecanismos para receber embalagens do transportador, posicionando-as sobre paletes.

PALLET-MOVE – Ou paleteiras,são veículos para transporte de páletes dentro do CD.

PANTÓGRAFO – Dispositivo de locomotiva elétrica, que fica em contato com a redeaérea e transmite a corrente aos motores da máquina.

PAPERLESS TRADING – Processo na EDI de circulação dos documentos na formaeletrônica.

PARCERIA (PARTNERSHIP) – Compartilhamento das necessidades, informações einteresses, envolvendo alianças em todos os processos que fornecem vantagem competitiva em atividades importantes de duas ou mais empresas.

PARCERIZAÇÃO – Processo de conhecimento mútuo e aceitação, pelo qual duasempresas devem passar para estarem realmente integradas, visando mesmos objetivos.

PARETO – Constatação desenvolvida por Vilfredo Pareto, a respeito de que umapequena quantidade de itens representa a maior parte de um valor ou quantidade, podendo ser utilizado para definir que 80% dos efeitos resulta de 20% de possíveis causas.

PARTE CONTÁBIL (ACCOUNTING RART) – Parte dos registros de uma relaçãocomercial relacionada a dados contábeis de determinado indivíduo ou organização com o qual a empresa mantém relações comerciais.

PARTICIPAÇÃO DE GANHO (GAIN SHARING) – Método de incentivos no qual oscolaboradores/funcionários compartilham os ganhos gerados por melhorias na produtividade.

PARTICIPAÇÃO DE MERCADO (MARKET SHARE) – Quociente de vendas (em termosquantitativos ou financeiros) de uma categoria específica de produtos de um fornecedor (empresa ou marca) e o total de vendas de todos os fornecedores dessa categoria, em determinado período de tempo.

PÁTIO (YARD) – Área usada para estacionar veículos, carregando ou descarregandoprodutos.

PBR – Padrão de palete brasileiro, criado pela Associação Brasileira de Supermercados(Abras).

PCM – Planejamento e Controle de Materiais.

PCP – Planejamento e controle da produção (production planning and control) – Processoutilizado no gerenciamento das atividades de produção. Sistema de gerenciamento dos recursos operacionais de produção de uma empresa, com funções envolvendo planejamento (o que e quando produzir), programação (recursos utilizados para a operação, com ínicio e término) e controle (monitoramento e correção de desvios da produção).

PDCA (PLAN-DO-CHECK- ACT) : É conhecido também como ciclo de Deming. É ametodologia básica para a análise e solução de problemas para garantir à empresa a manutenção e o melhoramento. “PLAN”: planejar, programar, “DO”: fazer, realizar “CHECK”: controlar, verificar, “ACT”: agir, padronizar.

PDM – Padrão descritivo de material (material descriptive standard) – Sistema paraidentificação e classificação, unificadas e uniformizadas, de todos os materiais da organização. Acrônimo para Product Development Management (sistema para gerenciamento dos processos de desenvolvimento de produtos), desde a concepção, especificação, projeto (CAD), controle de versões, engenharia (CAE) e produção (CAM)

PÉ DIREITO – Peças usadas sob estruturas, caixas ou embalagens para elevá-las do soloe permitir fácil acesso para empilhadeiras ou outros equipamentos de movimentação. peças/ferramentas que sofrerão forte impacto durante sua vida útil, ou ação constante em outras peças ou mesmo de outras peças.

PEDIDO A PRAZO FIXO (CALL-OFF ORDER)- Instrução de um fornecedor para entregade um pedido de compra em aberto uma quantidade específica de produtos em uma data especifica ou dentro de um período especifico.

PEDIDO ABERTO (OPEN ORDER) – No sistema MRP, significa uma ordem de compraou fabricação liberada.

PEDIDO ANTECIPADO (FORWARD ORDER) – Aquele que necessita ser entregue emdeterminado momento posterior.

PEDIDO ASSISTIDO POR COMPUTADOR (COMPUTER AIDED ORDERING – CAO) – Um sistema baseado no varejo que gera automaticamente os pedidos de reposições das lojas quando o estoque atinge um nível predeterminado. Um sistema computadorizado verifica o estoque de todos os itens na loja fazendo o ajuste para os recebimentos e liberação para vendas.

PEDIDO AUTOMÁTICO (AUTOMATIC ORDER) – Pedido feito pelo comprador com baseem ligações que minimizam as intervenções humanas e evitam o uso de requisições tradicionais.

PEDIDO AUXILIADO POR COMPUTADOR (COMPUTER AIDED ORDERING – CAO)– Sistema baseado no varejo que gera automaticamente os pedidos de reposição das lojas quando os estoques atingem determinado nível.

PEDIDO CONSOLIDADO (CONSOLIDATED ORDER) – Análise de pedido paradeterminação dos agrupamentos que resultem em menor custo e melhor satisfação de serviço e transporte.

PEDIDO DE COMPRA (PURCHASE ORDER) – Formulário usado pelo comprador nocaso da colocação de um pedido de mercadoria com funções associadas à compra de produtos e aos serviços necessários.

PEDIDO DE COMPRA EM ABERTO (BLANKET PURCHASE ORDER) – Compromisso alongo prazo com um fornecedor de materiais frente ao qual liberações a curto prazo serão geradas para satisfazer as necessidades de consumo. Os pedidos em aberto geralmente cobrem apenas um item com datas de entrega predeterminadas.

PEDIDO DE TÉRMINO (FORWARD ORDER) – Pedido de um cliente por um determinadoproduto em particular, ou de um número de produtos. Deve-se conhecer como demanda real para distingui-lo da demanda prevista.

PEDIDO EM ATENDIMENTO (FULL-IN ORDER) – Aquele com bastante tempo deentrega, para atendimento no momento em que a capacidade disponível não esteja em uso.

PEDIDO EM ATRASO (BACK ORDER) – Pedido ou compromisso não efetivado oucumprido. Um pedido pendente é uma demanda imediata de determinado item, cujo estoque é insuficiente para satisfazer tal demanda

PEDIDO EM SEPARAÇÃO (PICK ORDER) – Ordem para retirada determinadasquantidades de produtos ou produtos específicos do estoque.

PEDIDO EXPERIMENTAL (EXPERIMENTAL ORDER) – Pedido gerado pelo grupo deengenharia. laboratório ou pesquisa e desenvolvimento que deve percorrer as instalações normais de produção com desenvolvimento potencial de mercado ou produto.

PEDIDO FINAL (ALL-TIME ORDER) – O último pedido de um produto especifico na última fase do seu ciclo de vida. O tamanho deste pedido é tal que a demanda e/ou consumo deste produto pode ser atendida.

PEDIDO FIRME PLANEJADO (FIRM PLANNED ORDER – FPO) – Pedido que pode sercongelado em quantidade e tempo.

PEDIDO FIRME PLANEJADO (FIRM PLANNED ORDER) – Pedido planejado que podeser “congelado” em quantidade e tempo. O computador não tem permissão para alterar automaticamente: é responsabilidade do planejador, encarregado do item que está sendo planejado. Esta técnica pode auxiliar os planejadores que trabalham com sistemas MRP a responder a problemas de material e capacidade. Além disso, os pedidos planejados compõem o método normal de apresentar o programa mestre de produção.

PEDIDO FUTURO (FUTURE ORDER) – Pedido de um cliente por um determinadoproduto em particular, ou de um número de produtos. Deve-se conhecer como demanda real para distingui-lo da demanda prevista.

PEDIDO MÍNIMO – muitas empresas estabelecem um lote mínimo para aceitar umaordem de compra, visando economias de escala para o atendimento. Desta maneira fazem baixar os custos do processamento de pedidos, já que para atender a um mesmo volume de negócios seria necessário um número maior de pedidos.

PEDIDO PARCIAL (PARTIAL ORDER) – Qualquer expedição recebida ou enviada queseja menor do que a quantidade solicitada.

PEDIDO PENDENTE (BACKLOG) – Todos os pedidos de clientes que foram recebidos,mas que não foram processados.

PEDIDO PERFEITO (PERFECT ORDER) – A porcentagem de pedidos preenchidosperfeitamente, sem mudanças, sem substituições, entregues em tempo aos clientes e fornecedores (exemplo: sistema contínuo de reabastecimento, ou fluxo de reabastecimento).

PEDIDO PERIÓDICO (PERIODIC ORDERING) – Sistema que determina, em momentosfixos, se um pedido deve ser efetuado e qual a sua quantidade.

PEDIDO PILOTO – Pedido experimental.

PEDIDO PLANEJADO (PLANNED ORDER) – Quantidade de pedido sugerida e data devencimento criados por um sistema MRP.Os pedidos planejados em um nível serão explodidos em necessidades brutas de componentes no próximo nível Inferior. Os pedidos planejados também servem como “input” para o planejamento das necessidades de capacidade junte com pedidos liberados para mostrar as necessidades de capacidade total em períodos futuros.

PEDIDO SUSPENSO (HOLD ORDER) – Ordem escrita determinando o encerramento oua interrupção de determinadas operações, em funções de motivos como mudanças de projeto ou disposição de material.

PEDIDO URGENTE (RUSH ORDER) – Pedido que por alguma razão deve ser efetivadocom lead time inferior ao normal.

PÉ-DREITO (WORKING HEIGHT) – Distância do chão até a obstrução mais baixa.Normalmente ele é controlado para evitar o contato com a obstrução em uma área de estocagem bem como para manter um vão livre, atendendo às normas de segurança contra incêndio.

PEGGING – Termo utilizado em MRP e MSP para definir a capacidade de identificação dedeterminado item e de suas fontes de necessidades brutas e/ou alocações

Pélago – Profundidade do mar; mar alto.

PELÍCULA PLÁSTICA (SKIN-PACK) – Filme plástico que envolve fielmente o produtoembalado, e aderente a uma cartela de papelão.

PEPS – é a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é oPrimeiro a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair ou First-In, First-Out (FIFO).

PERDA DE ESTIVA (BROKEN STOWAGE) – Espaço vazio em contêiner não ocupadocom carga. Perda de espaço decorrente de irregularidades no tamanho ou formato das embalagens.

PERDA DE ESTOQUE (INVENTORY SHRINKAGE) – São as resultantes de furto,extravio ou deterioração.

PERDA DE INVENTÁRIO – Perdas resultantes de furtos, extravios ou deterioração.

PERFIL DE CARGA (LOAD PROFILE) – Apresentação das necessidades de capacidadefutura com base em pedidos planejados ou liberados durante um período de tempo específico.

PERIGOS MÚLTIPLOS (MULTIPLES HAZARDS) – Material com mais de tipo de risco ouperigo.

PERÍODO DE TEMPO (TIME BUCKET) – Numero de dias resumido em colunas. Umperíodo de tempo semanal com todos os dados relevantes para uma semana inteira. Períodos de tempo semanais são considerados os maiores possíveis para permitir eficácia no planejamento das necessidades de material.

PERMISSÃO DE EMBARQUE (SHIPPING PERMIT) – Documento com as instruções derecebimento relativas aos itens a serem transportados, com suas quantidades e características.

PERNA (LEG) – Composta por todos os segmentos consecutivos de uma rotaprogramada para um mesmo transportador. Possui origem, destino e transportador.

PERT – Project Evaluation and Review Technique ou Técnica de Avaliação e Revisão deProjetos.

PESO BRUTO TOTAL – Peso máximo que o equipamento de movimentação transmite aopiso, constituído da soma da tara mais a lotação.

PESO DIMENSIONAL (DIMENSIONAL WEIGHT) – Forma padrão utilizada por empresasde entrega, para medir a densidade da embalagem nas entregas aéreas com dimensões superiores a 0,283 metros cúbicos.

PESO MÁXIMO COMBINADO – Peso máximo transmitido ao piso pela combinação deum trator mais seu semi-reboque.

PESQUISA OPERACIONAL (OPERATIONAL RESEARCH) – Na Segunda GuerraMundial, o termo foi usado para definir investigações científicas com objetivo de substituir a tomada de decisão baseada na intuição por outra em função da abordagem analítica, sistemática e interdisciplina.

PICK AND PACK – Área de separação, etiquetação e embalamento dos pedidos dosclientes.

PICKING – Processo de retirar produtos dos estoques, para consolidar carga para umdeterminado cliente.

PICKING BY LIGHT – Este sistema concilia performance e flexibilidade conseguindo,graças a isso, ser um dos sistemas mais difundidos no Brasil. O picking by-light integra a utilização de esteiras rolantes, leitores óticos e sensores com as tradicionais estruturas flow-racks manuseadas por operadores. A boa performance deste sistema é obtida através da disposição dos produtos ao redor dos funcionários, que coletam apenas os produtos da sua estação de trabalho, não precisando se locomover nem movimentar as caixas dos pedidos que são transportadas de forma automática por meio de uma correia transportadora. Além disso, os mostradores digitais de cada posição do flow-rack indicam automaticamente o local e o número de unidades que devem ser coletados, tornando desnecessário o picking list, o que acelera o processo de coleta dos operadores.

PICKING DISCRETO – Cada operador coleta um pedido por vez, item a item.

PICKING POR LOTE – Cada operador coleta um grupo de pedidos de maneira conjunta.

PICKING POR ZONA – O armazém é segmentado por zonas e cada operador éassociado a uma zona.

PICKING-LINE – Área ou linha para a separação de pedidos na forma de embalagens decomercialização a partir da desagregação de UNIMOVS de determinados produtos.

PIER-TO-PIER (CAIS A CAIS) – Modelo de transporte em que o agente é responsávelpelos custos e riscos desde o porto até o porto de destino.

PIGGYBACK – Transporte de carretas ou semi-reboques sobre vagões ferroviários,especificamente equipados para esses serviços.

PILOTAGEM – Operação de assistência ou ajuda à manobra dos navios na sua entradaou saída do porto, assim como às manobras de atracagem ou desatracagem. A execução deste trabalho é de responsabilidade dos membros da Associação de Práticos de cada porto.

PLAETE DE ALGUEL (RENTAL PALLET) – Alugado para o usuário.

PLANEJAMENTO (PLANNING) – Planejamento a longo prazo, período mínimo de umano, das principais linhas da política organizacional. Pode consistir de projeções de rendimentos, custos e lucros geralmente acompanhados de orçamentos bem como declaração do fluxo de caixa (fonte e aplicação de fundos). Geralmente expresso somente em termos financeiros.

PLANEJAMENTO ADAPTATIVO – Característica de comportamento do planejador, queconsidera que o processo de planejar é mais importante do que o plano, pois o principal objetivo seria desenhar uma organização, e um sistema para administrá-la.

PLANEJAMENTO AGREGADO – Planejamento que inclui as vendas, a produção,recursos nos estoques, clientes, família de produtos e operação da força de vendas e da logística.

PLANEJAMENTO COM GRÁFICO DE BARRAS (BAR CHARTS PLANNING) – Processode planejamento no qual as atividades são sistematicamente representadas por meio de barras com a extensão da barra que representam o tempo e posição da barra que mostra a relação mútua entre as atividades, também conhecidos como Gráfico de Gantt.

PLANEJAMENTO CONTINGENTE – As incertezas inseridas no planejamento temporal,deverão ser absorvidas por um planejamento adequado da “máquina”, que deverá estar bem preparada para enfrentar as contingências de um futuro certo ou incerto, e que identifica alternativas estratégicas para serem adotadas para assegurar o sucesso da implantação do projeto em situações de riscos.

PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE – Atividade que utiliza as fichas de processo decada produto para levantar em cada nível, as necessidades de recursos de conformação e montagem.

PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE BRUTA (ROUGH-CUT CAPACITY PLANNING) – Planejamento da capacidade em nível de plano organizacional. O processo de estabelecer e ajustar limites ou níveis de capacidade a longo prazo. O planejamento de recursos normalmente baseia-se no plano de produção mas pode ser orientado por planos de níveis mais elevados além do tempo para o plano de produção. Considera-se aqueles recursos que demoram mais para serem adquiridos. As decisões do planejamento de recursos necessitam da aprovação da alta direção.

PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE USANDO FATORES GLOBAIS (CAPACITY PLANNING USING OVERALL FACTORS) – Técnica de planejamento da capacidade. Asquantidades e itens do programa mestre são multiplicados pelo tempo total necessário para montagem de cada item para fornecer o número total de horas para cumprir o programa. Aplica-se as porcentagens históricas do centro de trabalho ao total de horas para obter uma estimativa de horas por unidade de trabalho para apoiar o programa mestre.

PLANEJAMENTO DA QUALIDADE – Atividades que determinam os objetivos e osrequisitos para a qualidade, assim como os requisitos para a aplicação dos elementos que compõem o sistema da qualidade.

PLANEJAMENTO DA QUALIDADE DO PROJETO – Determinar os padrões dequalidade relevantes para o projeto e definir as atividades para que estes padrões selecionados sejam atendidos.

PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DA CAPACIDADE (CAPACITY REQUIREMENTS PLANNING – CRP) – Função que estabelece, mede e ajusta os limitesou níveis de capacidade. O termo “planejamento das necessidades da capacidade” neste contexto é o processo que determina em detalhe quanto de mão-de-obra e recursos de máquinas serão necessárias para executar as tarefas da produção. As ordens abertas e planejadas do sistema MRP são as entradas do CRP, que as traduzem em horas de trabalho por centro de trabalho e por período de tempo. Sistema que calcula as necessidades de capacidade com base no tempo e por tipo para executar o programa de produção.

PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUTION REQUIREMENTS PLANNING – DRP) – Função de determinar a necessidade dereabastecer o estoque em armazéns. Utiliza-se uma abordagem de ponto de pedido cronofásico em que os pedidos planejados no armazém são “explodidos” via lógica de MRP para tornarem-se necessidades brutas na fonte de suprimento. No caso de redes de distribuição de níveis múltiplos, este processo de explosão pode continuar nos vários níveis de armazéns regionais (armazém principal, armazém de fábrica, e outros) e tornar-se “input” ao programa mestre de produção. A demanda nas fontes de suprimentos é reconhecida como dependente e aplica-se a lógica padrão MRP.

PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS – MRP – Método para calcularas necessidades de materiais, baseado nas listagens de materiais, inventários e plano de produção, iniciado pela desagregação das listagens de materiais, ajustamento das quantidades dos estoques e determinação das necessidades líquidas, considerando-se os lead times necessários.

PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAL EM CIRCUITO FECHADO (CLOSED-LOOP MATERIAL REQUIREMENTS PLANNING) – Sistema global em que oplanejamento das necessidades de material está relacionado a outros sistemas para oferecer “feedback” de informações MRP em circuito fechado entre as funções de planejamento e execução, fechando assim o circuito de informações.

PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE RECURSOS (RESOURCE REQUIREMENTS PLANNING) – Processo de conversão do programa mestre (ouplanejamento mestre de produção) no impacto nos recursos como: horas/homem, horas de máquina, estocagem, níveis de estoque, e outros. As listas de recursos podem ser usadas para se fazer isto. O propósito disto é avaliar o plano antes de tentar implementá-lo.

PLANEJAMENTO DE AQUISIÇÃO (ACQUISITION PLANNING) – Planejamento daaquisição incluindo determinação da política relacionada ás etapas a serem seguidas para motivar os clientes externos a comprarem.

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES (ACTIVITY PLANNING) – Planejamento de todas asatividades de um departamento ou divisão para um calendário anual específico elaborado com base nas regras aplicadas a toda a empresa e que também forma a base para a base orçamentária.

PLANEJAMENTO DE CARGA (LOAD PLANNING) – Planejamento da distribuição dacapacidade necessária sobre a capacidade disponível de cada um dos funcionários, recursos de produção, departamentos e outros.

PLANEJAMENTO DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUTION PLANNING) – Planejamento dadistribuição, ou seja seleção dos canais de distribuição e criação de uma estrutura das condições sob as quais a distribuição de produtos deverá ocorrer.

PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO – Planejamento do negócio que direciona asnecessidades estratégicas da empresa.

PLANEJAMENTO DE MANUFATURA – Planejamento do fluxo de materiais e do conjuntode atividades do processo de transformação. Abrange desde a compra da matéria prima até a entrega do produto acabado.

PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS – Processo sistemático e lógico, documentosdecisórios e definição dos recursos necessários para se realizar os objetivos de longo prazo da empresa.

PLANEJAMENTO  DE  PEDIDOS  A  PRAZO  FIXO  (CALL-OFF  PLANNING) – Planejamento dos pedidos a prazo fixo com relação a freqüência e quantidade que os pedidos relevantes devem ser entregues.

PLANEJAMENTO DE RECURSOS (RESOURCE PLANNING) – Planejamento dacapacidade em nível de plano organizacional. O processo de estabelecer e ajustar limites ou níveis de capacidade a longo prazo. O planejamento de recursos normalmente baseia-se no plano de produção mas pode ser orientado por planos de níveis mais elevados além do tempo para o plano de produção. Considera-se aqueles recursos que demoram mais para serem adquiridos. As decisões do planejamento de recursos necessitam da aprovação da alta direção.

PLANEJAMENTO DE REQUERIMENTOS DE TRANSPORTE (TRANSPORTATION REQUIREMENTS PLANNING) – Planejamento de todas as atividades de umdepartamento ou divisão para um calendário anual específico elaborado com base nas regras aplicadas a toda a empresa e que também forma a base para a base orçamentária.

PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES (SALES ANO OPERATIONS PLANNING – SOP) – Planejamento dos pedidos a prazo fixo com relação a freqüência equantidade que os pedidos relevantes devem ser entregues.

PLANEJAMENTO DOS RECURSOS – Sistema de informação para identificar e planejaros recursos necessários para comprar, fabricar, entregar e contabilizar as ordens de produção para os clientes.

PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE DISTRIBUIÇÃO – Planejamento dos recursosutilizados nos sistemas de distribuição como: área e volume do armazém, funcionários, empilhadeiras, estanterias, caminhões e recursos financeiros.

PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUTION RESOURCE PLANNING – DRP II) – A extensão do planejamento das necessidades de distribuição noplanejamento de recursos chave contidos em um sistema de distribuição: espaço em armazém, mão-de-obra, dinheiro, caminhões, e outros.

PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE MANUFATURA – MRP ll – Método de planejaros recursos de manufatura, compreendendo o planejamento do negócio, planejamento das vendas e da produção, necessidades de materiais, necessidades de capacidade, projeção de investimentos em estoques e recursos das atividades de suporte.

PLANEJAMENTO DOS RECURSOS EMPRESARIAIS (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING-ERP) – Planejamento e coordenação dos aspectos de movimentação físicadas operações de uma empresa de modo que um fluxo de matéria-prima, peças e produtos acabados é realizado de forma a minimizas os custos totais para os níveis de serviço desejados.

PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO AVANÇADOS (ADVANCED PLANNING SCHEDULING – APS) – Planejamento em que as atividades futuras são descritas eapresentadas de forma ampla com relação a tempo e local. As datas para realização das atividades mais Importantes e datas de conclusão são especificadas no planejamento de um projeto em particular. No planejamento da produção contínua os níveis de produção são descritos para os períodos futuros próximos. No planejamento de produção em lotes e produção cíclica, descreve-se a seqüência e possivelmente o tamanho dos lotes.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – Consiste num método administrativo que permiteestabelecer para a empresa como um todo, orientações amplas de atuação, objetivos a serem alcançados e estratégias a serem utilizadas, com base na análise sistemática das ameaças/oportunidades do ambiente externo e vulnerabilidade/potencialidades internas, à luz da missão da empresa.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE UM LAYOUT (STRATEGIC LAYDUT PLANNING) –Planejamento da fábrica partindo das camadas gerenciais mais altas emdireção à base. Gerencia primeiramente a política, para em seguida fazer o arranjo da tecnologia, organização e as instalações para dar suporte a tudo isso.

PLANEJAMENTO GLOBAL – Engloba o plano estratégico em conjunto com o plano deprioridades e com o plano de ações (onde, quando, como, quanto).

PLANEJAMENTO MESTRE (MASTER PLANNING) – Planejamento em que as atividadesfuturas são descritas e apresentadas de forma ampla com relação a tempo e local. As datas para realização das atividades mais Importantes e datas de conclusão são especificadas no planejamento de um projeto em particular. No planejamento da produção contínua os níveis de produção são descritos para os períodos futuros próximos. No planejamento de produção em lotes e produção cíclica, descreve-se a seqüência e possivelmente o tamanho dos lotes.

PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO – Um planejamento orçamentário poderá serdefinido como um planejamento estratégico, com um horizonte de planejamento de cinco anos, com detalhamento orçamentário, e operacional do primeiro ano do plano.

PLANEJAMENTO ORGANIZACIONAL – Processo de definição das organizações,analisar seu ambiente externo e interno, fixar diretrizes e objetivos globais para um período plurianual considerado, e selecionar a forma para a consecução dos objetivos fixados.

PLANEJAMENTO PARA CONTINGÊNCIAS – É planejar para alguma circunstânciaextraordinária que paralise a operação normal do sistema logístico. Estas contingências podem ser acidentes, greves, produtos defeituosos, paradas no suprimento, etc. Para toda a ocorrência prevista deverá ter um plano de ação emergencial previsto para ser colocado em prática.

PLANEJAMENTO RAZOÁVEL – É a arte do possível.

PLANEJAMENTO SENSITIVO – Sistema de planejamento adequado, para lidar com umfuturo desconhecido.

PLANEJAMENTO SISTEMÁTICO DE LAYOUT (SYSTEMATIC LAYOUT PLANNING – SLP) – Usando o passo a passo dos procedimentos, convenções e fases para planejar umlayout, adicionando um sistema e uma estrutura pare o plano.

PLANEJAMENTO TÁTICO OPERACIONAL – Consiste na determinação dos alvos aserem atingidos num horizonte temporal de curto prazo, bem como no estabelecimento, através de programação detalhada, dos meios, recursos e procedimentos para atingir os alvos fixados.

PLANO DE CONTINGÊNCIA – Preparação prévia de respostas para calamidades ousituações indesejáveis, com detalhamento de ações corretivas e responsabilidades devidas.

PLANO DE EMBARQUE (BAY PLAN) – Plano que mostra a localização de todos oscontéineres em uma embarcação.

PLANO DE PRODUÇÃO (PRODUCTION PLAN) – Plano elaborado conforme acordomútuo que deriva da função de planejamento (produção) de operações e vendas, especificamente o nível geral do resultado planejado de manufatura a ser produzido. O plano de produção é a autorização da direção para o programador mestre convertê-lo em um plano mais detalhado, ou seja, o programa mestre de produção.

PLANO ESTRATÉGICO – Plano que produz efeitos duradouros e irreversíveis,considerando sempre períodos longos, alcance amplo, e que formula os objetivos e seleciona os meios.

PLANO ÍNDICE-DE-CUSTO (COSI-RATIO PLAN) – Variação do plano para avaliação eseleção de fornecedor. Este procedimento determina os custos verdadeiros considerando os fatores de compensação. Os fornecedores são selecionados e/ou avaliados com base no menor indico de custo.

PLANO MASTER – Plano formado pela relação de preceitos políticos, relação dasprojeções de referentes, das projeções divergentes, e definição dos principais objetivos da alta administração.

PLANO PILOTO (PILOT PLAN) – Plano que mostra a localização de todos os contéineresem uma embarcação.

PLANO TÁTICO – Plano com período curto, limitado, focando na seleção dos meios paraa ação, a fim de atender aos objetivos fornecidos.

PLANO TOTAL (TOTAL PLAN) – Plano total ou plano agregado que representa a somade todos os itens.

PLANOGRAFIA – Um desenho em escala da área de estocagem apresentando umlayout aprovado desta área, localização dos contenedores, estruturas, e áreas de estocagem, corredores, áreas de montagem, paredes, portas, espaço para escritórios, vestiários, refeitório e outras áreas de apoio.

POD –PROOF OF DELIVERY – Comprovante de entrega.

POKA – YOKE – Técnica a prova de erros, onde o set up ou a manufatura é desenvolvidapara se prevenir um erro, que possa resultar em um defeito no produto, resultando na paralisação da produção automaticamente, caso o erro ocorra.

POLÍTICA DE ESTOQUES – Estabelecimento de objetivos da empresa e métodos para aadministração dos materiais. Definição de regras globais adotadas por uma empresa para a gestão dos seus materiais.

POLÍTICA DE INVENTÁRIO (INVENTORY POLICY) – Definição de objetivos, e enfoqueadotados por uma empresa para com a gestão de materiais.

PONTE TERRESTRE (LANDBRIDGE) – Ponto central para coleta. separação edistribuição para uma área ou região especifica. Os pontos que interligam os hubs são chamados de troncos.

PONTO DE CONSOLIDAÇÃO – Área definida e delimitada onde diversos materiaisprovenientes de diferentes fontes são reunidos de forma a seguir para o próximo passo da cadeia logística.

PONTO DE CONTAGEM (COUNT POINT) – Ponto no fluxo de materiais ou seqüência deoperações em que as peças, submontagens ou montagens são contadas e consideradas completas. Os pontos de contagem podem ser designados no final das linhas ou na remoção de um centro de trabalho, mas com grande frequência são designados nos pontos em que as transferências de materiais ocorrem de uma seção para outra.

PONTO DE EQUILÍBRIO ou BREAK- EVEN- POINT – Nível de produção ou volume devendas para o qual as operações nem geram lucro, nem prejuízo. É o ponto de equilíbrio representado pela intersecção entre as curvas de custos totais e faturamento (receita líquida).

PONTO DE ESTOQUE (STOCK POINT) – Ponto na cadeia de abastecimento destinado amanter os produtos disponíveis.

PONTO DE ESTOQUE EXTERNO (OUTBOUND STOCK POINT) – Locais designadosperto do ponto de uso no chão de fábrica, ao qual os materiais produzidos são levados até serem transferidos para a próxima operação.

PONTO DE ESTOQUE INTERNO (INBOUND STOCK POINT) – Local definido próximoao local de uso em uma fábrica ao qual os materiais são trazidos conforme necessidade e de onde retiram-se materiais para uso imediato. Os pontos de estoque internos são usados com um sistema de puxar de controle de material.

PONTO DE EXPEDIÇÃO (SHIPPING POINT) – Ponto de fixação padrão da unidade detransporte intermodal na embarcação ou veículo de transporte.

PONTO DE PEDIDO – Nível de controle frente ao saldo em estoque monitorado. Quandoa quantidade em estoque diminui chegando ao limite ou abaixo dele, adota-se ação para reabastecimento do estoque. O ponto de pedido é determinado a partir do lead time de entrega do Fornecedor e estoque de segurança.

PONTO DE PEDIDO FLUTUANTE (FLOATING ORDER POINT) – Ponto de pedidoreceptivo às mudanças na demanda ou às mudanças no lead time.

PONTO DE PEDIDO TIME-PIASED (TIME-PHASED ORDER POINT) – Método usado noplanejamento das necessidades de material para itens de demanda independente. As necessidades brutas vêm de uma previsão, não via explosão. Esta técnica pode ser usada para planejar os estoques em armazém bem como o planejamento de serviços, uma vez que a lógica MRP pode encaminhar prontamente itens de demanda dependente, independente ou uma combinação de ambos.

PONTO DE RECEBIMENTO – Local onde os materiais são recebidos.

PONTO DE RESSUPRIMENTO – Quantidade determinada para que ocorra oacionamento da solicitação do Pedido de Compra. Também determinado “Estoque Mínimo”.

PONTO DE TRANSBORDO (GATEWAY) – Ponto em que a carga passa para outrotransportador ou muda o modo de transporte.

PONTO DE TRÂNSITO – Área definida de transbordo, onde diversos materiaisprovenientes de diferentes fontes, são transferidos para diferentes veículos de forma a seguir para o próximo passo da cadeia logística.

PONTOS DE CONCENTRAÇÃO DE RECURSOS (RESOURCES CONVERGENCE POINT) –Concentração de recursos de distribuição e serviço, para tornar acessível oatendimento do usuário.

PONTOS FORA DA ROTA (OFF-ROUTE POINTS) – Pontos que saem fora das rotasusados pelos transportadores e que devem ser especialmente programados.

POPA – parte posterior do navio.

PORÃO (HOLD) – Porcentagem de atendimento de um pedido ou um grupo de pedidosque podem ser completadas (preparadas e expedidas) . Para algumas empresas, em particular aquelas que vendem produtos muito similares, esta taxa é um indicador chave de serviço ao cliente.

PORCENTAGEM DE ENTREGAS (PERCENT OF FILL) – Porcentagem dos clientes queestão sendo reabastecidos dentro de um acordo de reabastecimento contínuo. A porcentagem da unidade de estoque mínimo coberta por este acordo.

PORTA-PÁLETES – Sistema de estocagem materiais que permite a verticalização doespaço útil de forma seletiva, possibilitando o acesso direto a todos os itens armazenados com o mínimo de operações da empilhadeira. Estruturas de aço, montadas em forma de estantes, contendo longarinas verticais e horizontais, servindo para a armazenagem de páletes.

PORTO – Local onde os navios ancoram ou área com terminal marítimo paratransferência de cargas e passageiros entre navios e transportes terrestres.

PORTO DE ESCALA (PORT OF CALL) – Local onde uma embarcação ancora ou atracadurante certa viagem.

PORTO LIVRE (FREEPORT) – Zona em que os produtos podem ser armazenados sempagamento de tarifas e impostos relevantes até saírem do local.

PORTO SECO – Instalações e serviços destinados à consolidação/desconsolidação decargas normalmente acondicionadas em contêineres, para proceder ao seu transporte.

PORTO SECO (DRY PORT) – Instalações e serviços destinados ao agrupamento demercadorias, normalmente armazenadas em contenedores, para proceder ao seu transporte por via ferroviária, desde o interior de um território até um termina marítimo.

POSICIONAMENTO (PLACEMENT) – Possibilidade de realizar um planejamentopreliminar da capacidade utilizando um MPS ou um plano de materiais simulados, em vez de dados reais.

POSTO A BORDO (FREE ON BOARD – FOB) – Termo que indica que a mercadoria écolocada à bordo pelo vendedor, no porto de embarque designado no contrato de venda. A partir deste momento, o risco de perdas e danos bem como transporte das mercadorias passa a ser do comprador.

POSTO NO COSTADO – AO LADO DO NAVIO (PORTO DE EXPEDIÇÃO) (FREE ALONGSIDE SHIP – FAS) – De acordo com este termo, as obrigações do vendedorterminam quando a mercadoria foi colocada no navio, no cais ou nos barcos utilizados para o carregamento. Isto significa que o comprador deve, a partir deste momento, arcar com todos os custos e riscos de perda e de danos das mercadorias. Convém frisar que, diversamente do FOB, o presente termo exige que o comprador desembarace a mercadoria da alfândega tendo em vista a sua exportação.

POSTPONEMENT – Postergação.Retardamento da finalização do produto até a chegadado pedido customizado.

PPCP – Planejamento, Programação e Controle da Produção.

PRANCHA DE CARREGAMENTO – Faz parte das normas de operação dos portos, esignifica a tonelagem mínima estabelecida que será operada num período de seis horas.

PRATELEIRAS – Estruturas de chapa de aço, formando estantes com “prateleiras”(geralmente utilizado para armazenar pequenos volumes)

PRAZO (NEED DATE) – Data em que um item é necessário para cumprir seu propósito.

PREÇO DE TRANSFERÊNCIA (TRANSFER PRICE) – Preço que um segmento(subunidade, departamento, divisão, e outros) de uma organização cobra por um produto ou serviço fornecido a outro segmento da mesma organização.

PREÇO PREVALESCENTE NA DATA DE EXPEDIÇÃO (PRICE PREVAILING AT DATE OF SHIPMENT) – Preço que um segmento (subunidade, departamento, divisão, e outros)de uma organização cobra por um produto ou serviço fornecido a outro segmento da mesma organização.

PRÉ-EXPEDIÇÃO (PRE-EXPEDITING) – Função de acompanhar os pedidos em abertoantes da data programada para entrega, para assegurar a entrega dos materiais no momento oportuno na quantidade especificada.

PRÉ-IÇAMENTO (PRE-SLINGING) – Ato de colocar os produtos em cabos de içamento que são deixados em posição e usados para carga e descarga de uma embarcação.

PRENDEDOR (FASTENER) – preocupação na entega de produtos e serviços. O termo éempregado também para indicar critério para projeto no desenvolvimento de produtos

PREPARAÇÃO DE KIT (KITTING) – Montagem simples das peças e dos componentes demodo a satisfazer uma demanda, geralmente para mercado de reposição. Tal atividade é freqüentemente desempenhada no armazém.

PRÉ-TRANSPORTADOR (PRECARRIER) – Transportador encarregado dos produtosantes deles serem transferidos para o principal meio de transporte.

PRÉ-TRANSPORTE (PRECARRIAGE) – Transporte de produtos do local de recebimentoaté o ponto de carregamento do principal mero de transporte.

PREVISÃO – FORECAST – Uma estimativa da demanda futura de um produto ouserviço.

PREVISÃO – Sistema para avaliar o futuro de curto prazo e acompanhar a performancedo realizado comparado com as previsões.

PREVISÃO INTRÍNSECA (INTRINSIC FORECAST) – Previsão baseada em fatoresinternos como por exemplo média de vendas no passado.

PRIMEIRO A ENTRAR – AINDA AQUI (FIRST IN – STILL HERE) – Resultado de uma máprevisão e gerenciamento. Qualquer peça FISH deve ser removida do estoque, mantendo-se o estoque de segurança que é essencial e devido lead time.

PRIMEIRO A ENTRAR, PRIMEIRO A SAIR (FIRST-IN FIRST-OUT – FIFO) – Sistema decontrole de estoques em que o material que entra primeiro deve ser utilizado primeiro.

PRIMEIRO A ENTRAR, ÚLTIMO A SAIR (FIRST-IN LAST-OUT – FILO) – Sistema decontrole de estoques em que o material que entra primeiro deve ser utilizado por último.

PRIMEIRO A EXPIRAR, PRIMEIRO A SAIR (FIRST TO EXPIRE FIRST OUT – FEFO) – Sistema de controle de estoques em que o material que vence primeiro deve ser utilizado primeiro.

PRINCÍPIO DE PARETO (PARETO PRINCIPLE) – Vilfredo Pareto observou que amaioria da riqueza dos países é controlada por uma minoria. O principio baseado nessa observação diz que dentre todas as variáveis ou causas que, em conjunto, contribuem para um efeito, apenas um número reduzido representa a maior parte do eleito causado coletivamente (Regra 80%-20%). Se uma empresa possui 100 clientes. por exemplo, cerca de 20 % deles são responsáveis por 80 % do faturamento desta empresa.

PROA – parte anterior do navio.

PROBLEM FINDING – É destinado a dar suporte às atividades de melhoria concentradasem áreas predefinidas pela direção, através da utilização de metodologias baseadas na organização e análise dos dados verbais coletados de fontes internas ou externas à empresa. Com este objetivo se utilizam as “Sete Novas Ferramentas” ou as “Sete Ferramentas Gerenciais como segue: diagrama de afinidades – KJ, diagrama de relações, diagrama de árvore, diagrama em matriz, árvore de decisão (PDPC), diagrama de setas – PERT, análise da matriz de dados”.

PROBLEM SOLVING – Atividade destinada a remover os obstáculos encontrados parachegar a solução de um problema. A análise de um problema é um processo baseado na coleta e elaboração de informações. Com esse objetivo se utilizam sete ferramentas como segue: a coleta de dados, a estratificação, a análise de Pareto, diagrama de causa-efeito, o diagrama de correlação, o histograma, os gráficos de controle, e o PDCA.

PROCEDIMENTO DE COMPROVAÇÃO (CUTOFF PROCEDURE) – Procedimentonecessário para garantir que a condição da contagem física e o registro relativo no computador são idênticos a despeito do tempo decorrido.

PROCEDIMENTO DE CORTE (CUT-OFF PROCEDURE) – Interrupção temporária doatendimento para garantia de a contagem física e registro no computador são idênticos.

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO (STANDARS OPERATING PROCEDURES – SOP) – As especificações e instruções para serem consideradas atravésdas operações, processo ou atividade.

PROCEDIMENTOS PARA MENSAGENS DE INTERCÂMBIO DE CARGA (CARGO INTERCHANGE MESSAGE PROCEDURES) – Procedimentos desenvolvidos pelascompanhias aéreas membros da ATA (Air Transport Association of America) e pela IATA (International Air Transport Association).

PROCESSAMENTO ANALÍTICO ON LINE (ON LINE ANALYTICAL PROCESSING – OLAP) – Sistema que permite análises interativas para a obtenção de dados de váriasfontes e de diversas maneiras.

PROCESSAMENTO DE TRANSAÇÃO PÓS-DEDUÇÃO DE ESTOQUE (POST DEDUCT INVENTORY TRANSACTION PROCESSING) – Método de registro de estoque em que oestoque de componentes constante no livro é automaticamente reduzido pelo computador somente depois da conclusão da atividade, com base no que deverá ser usado conforme especificação na lista de materiais e registros de alocação. Esta abordagem tem a desvantagem de apresentar um diferencial entre o registro em livro e o que consta fisicamente em estoque.

PROCESSAMENTO ELETRÔNICO DE DADOS (ELECTRONIC DATA PROCESSING) – Processamento de dados realizado por dispositivos eletrônicos.

PROCESSAMENTO EM BATCH – Técnica de processamento na qual as transações sãoacumuladas e processadas e processadas conjuntamente.

PROCESSAMENTO EM TEMPO REAL (REAL TIME PROCESSING) – Sistema quepermite transações em tempo real, fornecendo resultados imediatos aos usuários.

PROCESSAMENTO POR LOTE (BATCH PROCESSING) – Produção em que astransações se acumulam, sendo processadas em conjunto ou em lotes.

PROCESSO (PROCESS) – Série de atividades ou ações lógicas para transformação deentradas em saídas.

PROCESSO DE MANUFATURA – Série de conformações realizadas no material paraconvertê-lo de matéria-prima ou de semi-acabado em produtos acabado.

PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO – Processo que demonstra que uma entidade é capazde atender os requisitos especificados.

PROCESSO DE REABASTECIMENTO CONTÍNUO (CONTINUOS REPLENISHMENT PROCESS – ORP) – Parceria entre os membros do canal de distribuição para alterar oprocesso de reposição de mercadorias, a partir de pedidos elaborados pelo distribuidor.

PROCESSO DE REPOSIÇÃO CONTINUA (CONTINUOUS REPLENISHMENT PROCESS – CRP) – É a prática de parceria entre os membros do canal de distribuiçãoque altera o tradicional processo de reposição de mercadoria de geração de pedidos elaborados pelo distribuidor, baseado em quantidades economicamente convenientes, para a reposição de produtos baseada em previsão de demanda efetiva. Busca integrar, por meio de práticas distintas, o fluxo de Informações e produtos.

PROCUREMENT – Função de planejar as necessidades, comprar, controle de estoques,movimentação de mercadorias, recebimento, testes de recebimento e recuperação de materiais.

PRODUÇÃO CONTÍNUA – Sistema de produção onde os equipamentos são dispostosnuma seqüência determinada pela estrutura do produto.

PRODUÇÃO DE FLUXO CONTÍNUO – Sistema onde o fluxo de materiais é contínuo, nãodividido e não se caracterizando lotes de produção.

PRODUÇÃO DE MASSA – Produção em grandes quantidades, pela utilização de plantase equipamento dedicados e especializados naquela atividade.

PRODUÇÃO EM FLUXO (PROCESS FLOW PRODUCTION) – Enfoque da produção como mínimo de interrupções em um processo real de qualquer atividade, ou entre atividades de produtos similares. O tempo de trasferência é virtualmente eliminado, integrando o movimento do produto na operação real do recurso que está realizando o trabalho.

PRODUÇÃO EM MASSA (MASS PRODUCTION) – Processo de produção em grandesquantidades caracterizado pela especialização de equipamentos e mão-de-obra.

PRODUÇÃO ENXUTA – Sistema para eliminar os desperdícios de forma sistemática eatendimento somente contra pedidos em carteira.

PRODUÇÃO INTERMITENTE (INTERMITTENT PRODUCTION) – Processo de produçãono qual um produto específico é fabricado com interrupções em um período especifico.

PRODUÇÃO PARA ESTOQUE (MAKE-TO-STOCK) – Produção sem lotes, na qual osprodutos fluem de uma forma contínua ao invés de quantidades discretas, repetitivas ou não.

PRODUÇÃO SINCRONIZADA (SYNCHRONIZED PRODUCTION) – Filosofiaadministrativa de manufatura que inclui uma série consistente de princípios, procedimentos e técnicas em que cada ação é avaliada em relação à meta global do sistema. Tanto o Kanban, que é parte da filosofia JIT, quanto o tambor-pulmão-corda, que é parte da filosofia da Teoria das Restrições, representam abordagens sincronizadas de controle da produção.

PRODUÇÃO SOB ENCOMENDA (MAKE-TO-ORDER) – Produtos finais feitos de acordocom as especificações do cliente, após recebimento do pedido.

PRODUTIBILIDADE (PRODUCTIABILITY) – Característica do desenvolvimento de umitem nas quantidades requeridas, com menor custo e tempo de produção.

PRODUTIVIDADE (PRODUCTIVITY) – Uma proporção entre o resultado produzido e orecurso requerido para produzi-lo. O resultado deve incluir todos os custos necessários para gerar o produto (Resultados/Recursos ou Ganho/Despesas Operacionais). O valor de resultado útil por unidade de custo para vários grupos de pessoas na manufatura e atividades relacionadas. Aplicável para planejamento e controle, compras, processamento de dados, marketing, engenharia e outros grupos.

PRODUTIVIDADE DA MÃO DE OBRA – Medida parcial da produtividade, pela medidado resultado do trabalho do operário ou grupo de operário por unidade de tempo, comparado com os padrões estabelecidos.

PRODUTIVIDADE DE EQUIPAMENTO – Produção horária de uma máquina, comparadacom uma produção padrão.

PRODUTIVIDADE DE FATOR ÚNICO (SINGLE-FACTOR PRODUCTIVITY) – Quantidademédia de determinado produto (output) atribuída a uma unidade de recursos (input). Fatores Incluem capital e mão-de-obra.

PRODUTO (PRODUCT) – Termo geral que indica o que é gerado por um processo,podendo ser um bem tangível ou um serviço.

PRODUTO COM DEMANDA DURADOURA (EVERGREEN PRODUCT) – Produtoconstante em uma lista de peças que é composto por todos os itens constantes nos subcomponentes.

PRODUTO DE GRANDE DEMANDA (FAST MOVER) – Produto entregue ou usado naprodução com grande freqüência ou em um número relativamente elevado por período.

PRODUTO LOGÍSTICO – O que uma empresa oferece ao cliente com seu produto ésatisfação. Se o produto for algum tipo de serviço, ele será composto de intangíveis como conveniência, distinção e qualidade. Entretanto, se o produto for um bem físico, ele também tem atributos físicos, tais como peso, volume e forma, os quais tem influência no custo logístico. (definição de Ronald H. Ballou).

PRODUTOS EM TRÂNSITO (ONGOING GOODS) – Produtos finais fabricados emantidos em estoque anteriormente ao recebimento do pedido do cliente.

PROGRAMA  DE  PEDIDOS  APRAZO  FIXO  (CALL-OFF  SCHEDULE  –  COS)  – Documento com o qual uma quantidade especifica de produtos será solicitada para ser entregue conforme ordem de compra.

PROGRAMAÇÃO (SCHEDULING) – Estabelecimento do tempo para execução de umatarefa. Existem vários níveis de programação dentro de uma empresa de manufatura. O programa-mestre estabelece os planos logísticos globais para abastecimento do material de apoio á produção e as vendas. As necessidades de materiais são geradas e os prazos programados para estes materiais, para atender ao programa-mestre de produção. As ordens de serviço podem ser divididas em programas mais detalhados para cada operação e as datas desejadas de conclusão (ou inicio) de cada uma dessas operações são estabelecidas para mostrar quando devem ser concluídas, a fim de se conseguir o término da ordem de serviço no prazo.

PROGRAMAÇÃO DA MONTAGEM FINAL (FINAL ASSEMBLY SCHEDULE- FAS) – Uma programação dos componentes acabados para completar os produtos para os clientes num ambiente de fabricação e montagem sob encomenda.

PROGRAMAÇÃO DINÂMICA (DYNAMIC PROGRAMMING) – Método de tomada dedecisão seqüêncial no qual o resultado da decisão em cada etapa gera o melhor meio possível de explorar os resultados prováveis (porém imprevisíveis) nas etapas posteriores de tomada de decisão.

PROGRAMAÇÃO MESTRE DA PRODUÇÃO (MASTER PRODUCTION SCHEDULE – MIOS) – Programa de manufatura realista e detalhado no qual se considera todas asdemandas possíveis impostas ás instalações de produção.

PROGRAMAÇÃO MESTRE DA PRODUÇÃO DE MÚLTIPLOS NÍVEIS (MULTILEVEL MASTER PRODUCTION SCHEDULE) – Técnica de programação mestre capaz depermitir que qualquer nível de itens em uma lista de materiais seja adotado em um programa mestra. Para isto, os itens MPS dever receber solicitações de fontes de demanda dependente e independente.

PROGRAMAÇÃO ORIENTADA POR RECURSO (EQUIPMENT DOMINATED SCHEDULING – PDS) – Planejamento dos equipamentos de produção programados antesdas necessidades de maeriais.

PROGRAMAÇÃO POR BLOCOS (BLOCK SCHEDULING) – Técnica de programação deoperações, na qual cada operação equivale a um bloco de tempo, como por exemplo: um dia.

PROGRAMAÇÃO RETROATIVA (BACK SCHEDULING) – Obtenção de um programa deprodução antes do prazo para a previsão da última data de início para o prazo previsto.

PROGRAMAÇÃO RETROCENDENTE (BACK SCHEDULING) – Progrmaçãocompartimentada (time phasing) – Compartimentação de necessidades, disponibilidades, providências e entregas em determinados períodos de tempo.

PROJECT TEAM – Força tarefa.

PROJETAR POR PEDIDO (ENGINEERING-TO- ORDER) – Sistema de produção queexige projeto de engenharia para cada produto ou pedido.

PROJETO (PROJECT) – Um conjunto de atividades relacionadas com a capacidade deatingir um objetivo programado e orçado.

PROJETO AUXILIADO POR COMPUTADOR (COMPUTER AIDED DESING – CAD) -Terminal interativo de trabalho com capacidade gráfica para automatizar o projeto de produtos (desenho e visualização).

PROJETO E FABRICAÇÃO CONFORME PEDIDO (ENGINEER-TO-ORDER) – Projetopara ajustar ou remodelar um produto, com o objetivo de satisfazer as necessidades dos clientes.

PROPER SHIPPING NAME – Propõem a entregar serviços baseados na Internet,organizados cromo portais e “virtual marketplaces”. Proporcionalmente ao valor: uma frase aplicada a certas tarifas de frete ou alfandegárias cobradas sobre produtos como porcentagem do seu valor. Proporcionalmente ao valor: uma frase aplicada a certas tarifas de frete ou alfandegárias cobradas sobre produtos como porcentagem do seu valor.

PROPOSTA – É o documento pelo qual o fornecedor torna oficial a sua oferta comercial etécnica de serviços e/ou produtos ao requisitante.

PROTEÇÃO DO PRODUTO – Proteção a um produto contra condições climáticas ououtras condições adversas durante o seu uso, transporte ou armazenamento.

PROTOCOLO DE APLICAÇÃO SEM FIO (WIRELESS APPLICATION PROTOCOL-WAP) – Protocolo de comunicação para troca de informações sem fio.

PROTOCOLO DE AUTOMAÇÃO DA MANUFATURA (MANUFACTURING AUTOMATION PROTOCOL – MAP) – Protocolo de comunicação específico entre aempresa e fornecedores no ambiente da produção.

PROVA DE ENTREGA (PROOF OF DELIVERY) – Cópia do conhecimento assinado nomomento da entrega

PROVEDOR DE NEGÓCIO DA INTERNET (INTERNET BUSINESS SERVICE PROVIDER – IBSP) – Quem fornece serviços de internet organizados em portais e virtualmarketplaces.

PROVEDOR DE SERVIÇO DE CAPACIDADE (CAPACITY SERVICE PROVIDER – CSP) – Operação de infra-estruturas de data center.

PROVEDOR DE SERVIÇOS E APLICAÇÃO (APPLICATION SERVICE PROVIDER – ASP) – Empresa que oferece infra-estrutura, programas e gerenciamento de operaçõesB2B.

PROVEDOR LOGÍSTICO – Fornece serviços baseados nas áreas da logística.

PROVEDORES DE SERVIÇO DE CAPACIDADE (CAPACITY SERVICE PROVIDERS – CSP) – Mantém e operam infra-estruturas de data center.

PROVEDORES DE SERVIÇO DE NEGÓCIOS DA INTERNET (INTERNET BUSINESS SERVICE PROVIDERS – IBSP) – Propõem a entregar serviços baseados na Internet,organizados cromo portais e “virtual marketplaces”.

PULMÃO – Utilizado geralmente em fábricas, serve para proteger as atividades deprodução, baseado em tempos e quantidades suficientes para não interromper os fluxos contínuos, considerando variáveis de estatísticas e de demandas, ou mesmo de gargalos operacionais.

PULMÃO DINÂMICO (DYNAMIC BUFFER) – Metódo para melhoria do processo depulmão, com ajuste em seu tamanho às incertezas, caso haja aumento da exigência de recursos, requerendo um lead time adicional.

PUSH BACK – Sistema de estocagem de páletes perfeito para até quatro páletes naprofundidade, o Push Back funciona como variante do Sistema Dinâmico, usando-se os mesmos componentes, mas com o Princípio LIFO-Last in-First out (Último que entra – Primeiro que sai) e apenas um corredor para colocação e retirada do pálete. O pálete colocado no trilho é empurrado pelo pálete seguinte aclive acima, e assim até o último pálete. Na retirada deste último pálete todos os demais, por gravidade, descem uma posição.