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MAKE OR BUY (FAZER OU COMPRAR) – Processo de decisão da empresa em produzirum determinado item ou adquiri-lo de um fornecedor externo.

MAKE TO ORDER – fabricação conforme pedido.

MAKE TO STOCK – fabricação contra previsão de demanda.

MAM – Movimentação e armazenamento de materiais.

MANICACA – Nome utilizado no transporte aéreo para pilotos não hábeis na condução deaeronaves.

MANIFESTO DE CARGA – Lista contendo todos os itens de carga expedidos emdeterminado vôo, embarcação ou veículo. Um manifesto geralmente engloba toda a carga e independe do fato desta ser entregue em um único ou vários destinos. Os manifestos geralmente listam a quantidade de peças, peso, nome e endereço do destinatário.

MANIFESTO DE EXPEDIÇÃO (SHIPPING MANIFEST) – Mantém e operam infra-estruturas de data center.

MANUAL DA QUALIDADE – Documento que declara a política da qualidade e descreve osistema da qualidade de uma organização.

MANUFATURA ÁGIL (AGILE MANUFATURING) – Um passo além da manufaturaenxuta, baseada nos princípios de entrega de valor ao cliente, sendo comprometido com a mudança, valorização do ser humano e formação de parcerias virtuais.

MANUFATURA AUXILIADA POR COMPUTADOR (COMPUTER AIDED MANUFACTURING – CAM) – Automação das técnicas de sistema de manufatura,incluindo controle numérico, controle de processo, robótica e planejamento dos recursos de manufatura.

MANUFATURA CELULAR (CELLULAR MANUFACTURING) – Processo de fabricaçãode famílias de peças dentro de uma única célula de máquinas, operadas apenas dentro de uma linha ou célula.

MANUFATURA DISCRETA (DISCRETE MANUFACTURING) – Produção de artigosdiferenciados como por exemplo automóveis e computadores.

MANUFATURA ENXUTA (LEAN MANUFATURING) – Baseada no Sistema Toyota deProdução, uma série de processos flexíveis que permitem a fabricação de determinado produto a um custo mais baixo. Uma abordagem de produção que considera que o abastecimento das operações subsequentes na exata quantidade da necessidade para atender a demanda dos consumidores. Completando, o fluxo de produção é enxuto, sem extra, sem estoques, no momento certo. É oposto ao sistema tradicional de manufatura que forma estoques.

MANUFATURA INTEGRADA POR COMPUTADOR (COMPUTER INTEGRATED MANUFACTURING – CIM) – Sistema computacionais de integração das operações defabricação. Inclui soluções CAD/CAE/CAM.

MANUFATURA REPETITIVA (REPETITIVE MANUFACTURING) – Produção de unidadesdiscretas, planejadas e executadas conforme um programa, geralmente em volumes e velocidades relativamente elevados. O material tende a mover-se em fluxo continuo durante a produção, mas pode-se produzir itens diferentes sequencialmente naquele mesmo fluxo.

MANUFATURABILIDADE – Avaliação do desenvolvimento do produto ou do processonas suas capacidades de ser produzido facilmente, de maneira consistente e com alta qualidade facilmente obtida.

MANUFATURADO – Objeto ou artigo industrial, produto de um processo industrial aindanão reconhecido pelo usuário, como útil no atendimento de suas necessidades.

MANUSEIO – Deslocamento de mercadorias executado pelo ser humano. Todo equalquer movimento do material com as mãos. Ocorre em curtas distâncias, em geral menores que um metro.

MANUTENÇÃO – Atividades que são dirigidas a manter os atuais padrões tecnológicos,administrativos e operacionais da empresa.

MANUTENÇÃO CORRETIVA – Aperfeiçoar os equipamentos através da eliminação deavarias e o seu aperfeiçoamento baseado nestas experiências, elevando a vida útil, a confiabilidade, a operacionalidade, a facilidade de manutenção e a segurança na operação.

MANUTENÇÃO PREDITIVA – Manutenção baseada nas técnicas de diagnóstico doestado do equipamento, que determinam as tarefas a serem executadas.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA – Termo utilizado em Produção, que significa o conjuntode medidas operacionais técnicas de vistoria, visando evitar possíveis problemas dos componentes das máquinas e equipamentos, que comprometam a performance e desempenho dos mesmos, para que possam executar sua função normal.

MANUTENÇÃO, REPARO E OPERAÇÃO (MAINTENANCE, REPAIR AND OPERATION – MRO) – Manutenção, reparo e operação (maintenance, repair and operation – MRO)  Uma categoria de matérias-primas com perfil de demanda especial. MRO frequentemente demanda um projeto especial da cadeia de abastecimento e pode ser um importante fator de sucesso na gestão de estoques. Mapeamento do processo (process mapping) – Desenho das atividades do processo envolvido em uma porção particular de uma cadeia de abastecimento ou da totalidade desta, com particular detalhamento das ações entre seus membros

MARCA DE CALADO (PLIMSOLL MARK) – Uma marca, soldada de ambos os lados daembarcação, que dá o limite até o qual pode ser carregado, dependendo da gravidade especifica da água em que a embarcação se situa.

MARCO (MILESTONE) – Marco ou ponto de controle (finais ou intermediários) em umcronograma para controle de projetos.

MARCO DE OBJETIVOS (FINAIS OU INTERMEDIÁRIOS) – em um cronograma paracontrole de projetos.

MARCO REFERENCIAL (MILESTONE) – Marco de objetivos (finais ou intermediários) emum cronograma para controle de projetos.

MARGEM BRUTA (GROSS MARGIN) – Diferença enre receita de um pedido pelo valorde venda dos itens e o custo da respectiva mercadoria vendida.

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO – É igual ao valor das Vendas menos o valor dos CustosVariáveis e das Despesas Variáveis.

MARKET PLACE – Sites em que compradores e fornecedores se comuicam, trocaminformações, fazem transações, efetivam concorrências e leilões, coordenam informações estratégicas (como estoques) e administram pedidos. Business to business (B2B): realização de negócios entre as empresas pela internet; Busines-to-consumer (B2C), realização de negócios pela internet entre empresa e consumidor.

MARKET SHARE – Parcela do mercado abocanhada ou participação no mercado.

MARKETING DE RELACIONAMENTO – É um conjunto de estratégias que visam oentendimento e a gestão do relacionamento entre uma empresa e seus clientes, atuais e potenciais, com o objetivo de aumentar a percepção de valor da marca e a rentabilidade da empresa ao longo do tempo.

MATERIAL – Designação genérica pra qualquer item usado direta ou indiretamente para afabricação de um produto ou prestação de um serviço, como matérias-primas, peças, componentes, produtos etc.

MATERIAL COM RISCO – Material que pode se tornar perigoso em decorrência demanuseio, transporte ou armazenagem inadequados.

MATERIAL EM CONSIGNAÇÃO – Estoque de produtos com um cliente externo queainda é propriedade do fornecedor. O pagamento por estes produtos só é feito quando eles são utilizados pelo cliente.

MATERIAL EM PROGRESSO (WORK IN PROGRESS) – Material em vários estágios deconclusão em toda a fábrica, incluindo a matéria-prima que foi liberada para o processamento inicial e o material totalmente processado que aguarda inspeção

MATERIAL EXCEDENTE – Material inaplicável na empresa em qualquer época,independentemente do estado de conservação, funcionalidade ou obsolescência.

MATERIAL INATIVO (SALVAGE MATERIAL) – Material não utilizado que possui certo valor no mercado e pode ser vendido.

MATERIAL INSERVÍVEL – Item que perdeu as condições de utilização para o fim a quese destinava.

MATERIAL IRRECUPERÁVEL – Item que não pode ser utilizado devido a perda de suascaracterísticas e com recuperação inviável.

MATERIAL OBSOLETO – quando não deve mais ser utilizado na empresa, por sertecnicamente e economicamente superado, com base na opinião dos técnicos.

MATERIAL OCIOSO – Item não aproveitado e em boas condições de utilização.

MATERIAL PERIGOSO (HAZARDOU MATERIAL – HAZMAT) – Substância ou materialcapaz de oferecer risco à saúde, à segurança e à propriedade quando transportado.

MATERIAL RECUPERÁVEL – Quando a recuperação for possível e custar no máximo30% do valor do novo.

MATERIAL REJEITADO (REJECTED MATERIAL) – Material que não cumpre asexigências de qualidade mas que ainda não foi enviado para retrabalho, refugo ou devolvido para um fornecedor.

MATÉRIA-PRIMA (RAW MATERIAL) – Termo que denomina matérias-primas.

Maxambomba – Trole usado nos portos fluviais para o serviço de carga / descarga dosvapores; carruagem de estrada de ferro, com mais de um pavimento.

MBA – Máster Business Administration.

MCS – Manufacturing Control System.

MÉDIA MOVEL (MOVING AVERAGE) – Média aritmética de um certo número (n) dasobservações mais recentes. Na medida em que se realizam novas observações, abandona-se as observações mais antigas. O valor de n (número de períodos utilizados para se fazer a medida) reflete a capacidade de resposta frente à estabilidade da mesma forma que a definição constante de análise é feita em análise exponencial.

MEDIÇÃO-CHAVE (KEY MEASUREMENT) – Medição que monitora um processo paragarantir a eficiência do processo e a eficácia da qualidade do seu resultado medida da eficácia com a qual o sistema de gerenciamento de estoque responde à demanda real. A porcentagem dos pedidos de clientes que saíram da prateleira pode ser medida em termos financeiros ou unitários.

MEDIDAS DE DESEMPENHO – São instrumentos utilizados para avaliar a performancede qualquer atividade logística. Podem ser relatórios, auditorias, etc. Não se pode melhorar aquilo que não mensuramos.

MELHOR DA CLASSE (BEST OF BREED) – Melhor empresa, produto, serviço etc emsuas classe ou segmento.

MELHORES    PRÁTICAS  (BEST  PRACTICES)  –  Também   conhecidas   como Benchmarking competitivo, a metodologia que determina o estado de desempenho ou aplicação.

MELHORIA CONTÍNUA – Técnicas que garantem a melhoria contínua sistemática doprocesso/produto e das operações administrativas através da utilização de metodologias para este fim. PDCA aplicado aos processos nos quais se deseja melhoria.

MEMORY CARD – Cartão destinado a armazenar informações como se fosse a memóriado equipamento.

MENOR TEMPO DE PROCESSAMENTO (LESS TIME PROCESSING) – Regra deprioridade para seqüenciamento das ordens de produção na qual a tarefa seguinte a ser processada é aquela que tem a menor duração de processamento entre as tarefas à espera.

MENSAGEM DE AÇÃO (ACTION MESSAGE) – Mensagem derivada do ritmo doplanejamento das necessidades de material (MRP).

MENSAGEM DE EXCESSÃO (ACTION MESSAGE) – Expedida conforme o ritmo doplanejamento das necessidades de material.

MERCADO ALVO (TARGET MARKET) – Segmento do mercado que uma empresa Identificou como contendo um grupo de clientes com necessidades similares aos quais as empresas desejam atender.

MERCADORIA PRONTA NO CHÃO (FLOOR READY MERCHANDISE) – Produto prontopelo fabricante para ser enviado à expedição. Expedido ao varejista com etiquetas de preços, dispositivos de segurança necessários etc.

MERCADORIA PRONTA PARA EXPEDIÇÃO (FLOOR READY MERCHANDISE) – Produto que já está pronto pelo fabricante para ser enviado ao local de expedição. Desta forma é possível Ignorar todos ou alguns dos processos tradicionais do varejo, além de criar novas alianças entre varejistas e fabricantes.

MERGE IN TRANSIT – Coordenação dos fluxos de componentes, gerenciando orespectivo lead time de produção e transporte, para que estes sejam consolidados em instalações próximas aos mercados consumidores, no momento de sua necessidade, sem implicar em estoques intermediários, exigindo, portanto uma coordenação muito rigorosa. Consolidação em trânsito.

MES – MANUFACTURING EXECUTION SYSTEMS (MANUFACTURING EXECUTION SYSTEMS – MES) – Sistemas integrados de controle da produção, que permitemprogramar ordens de produto, coordenar atividades de suporte, gerenciar as execuções do chão-de-fábrica e comunicar o status e os problemas com as ordens de produção.

METAS – O propósito final, aquilo que a organização se propõe, em sua etapa maisavançada.

MÉTODO – Caminho para se chegar a um fim. Programa que regula uma série deoperações que se devem realizar para se chegar a um resultado determinado.

MÉTODO DE BROWN (BROWN METHOD) – Método de previsão de séries temporárias,baseado no arranjo exponencial utilizado quando existe uma tendência. Há um modelo para a tendência linear e outra para a quadrática.

MÉTODO DE HARISSON (HARISSON METHOD) – Método de previsão de sériestemporárias, baseado no arranjo exponencial, apropriado quando existe uma componente fixa e outra aleatória de variação relativamente grande. O fator fixo é expresso em função de harmônicos, mediante séries de Fourier.

MÉTODO DE MÉDIA MÓVEL (MOVING AVERAGE METHOD) – Método de previsão decurto prazo que calcula a média dos dados a partir de alguns períodos passados recentes para formar a previsão para período seguinte.

MÉTODO DE TRANSPORTE (TRANSPORTATION METHOD) – Modelo linear deprogramação relacionado à minimização de custos relacionado às necessidades de abastecimento em várias localidades, de diversas fontes, com custos diferentes relacionados a várias combinações de fonte e localização.

MÉTODO DE WEBER (WEBER METHOD) – Método gráfico para a localização de um único centro em uma rede logística. Esta localização acontece quando a rede logística tem um só nó ou este se isola do resto e não acontece uma alteração da demanda.

MÉTODO DELPHI (DELPHI METHOD) – Técnica para previsão qualitativa em que asopiniões de experts são associadas em uma série de reiterações/ repetições. Os resultados de cada reiteração são usados para desenvolver a seguinte, para haver convergência na opinião dos experts.

MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CRITICAL PATH METHOD – CPM) – Técnica deplanejamento em rede usada para planejar e controlar as atividades necessárias para execução de um projeto. Mostrando cada uma destas atividades e o tempo associado, é possível determinar o “caminho critico”, identificando os elementos que restringem o tempo total de projeto.

MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS (LEAST SOUARE METHOD) – Método deajuste de curvas que seleciona a linha de menor ajuste aos pontos pelo cálculo da mínima soma dos quadrados dos desvios dos pontos à linha.

MÉTODO SEGURO – POKA YOKE – Método de conformação e montagem para não sepoder completar uma operação se estiver incorreta.

MÉTODO SIMPLEX (SIMPLEX METHOD) – Método de resolução da programação linearque fornece soluções otimizadas para problemas complexos que têm muitas variáveis e restrições.

METODOLOGIA – Estudo e desenvolvimento de um método. Se o método já foidesenvolvido a expressão não se aplica. A expressão “Aplicar uma metodologia” deverá se substituído por “Aplicar um método”.

MEZANINO – Uma plataforma apoiada por colunas usada para estocagem ou operação,construída em um plano superior, o qual permite o movimento de pessoas e equipamentos embaixo.

MIDDLEWARE – Software de interface que permite interação de diferentes aplicações desoftwares, geralmente sobre diferentes plataformas de hardware e infraestrutura, para troca de dados.

MILK RUN – consiste na busca do(s) produto(s) diretamente junto ao(s) fornecedor(es),de forma programada, para atender sua necessidade de abastecimento.

MINI LOAD – Conceito de estocagem e separação em que o acesso aos materiais é feitoautomaticamente, conduzindo os contenedores de estocagem para um operador. O mini load ou transelevador pode ser totalmente automatizado utilizando-se um computador dedicado.

MINIDESVALORIZAÇÃO – CRAWLING PEG – Sistema de câmbio no qual a taxa decâmbio é ajustada a cada poucas semanas, refletindo as taxas inflacionarias internas.

MIS – Management Information System.

MISSÃO – Expressão da natureza do negócio da empresa, seu âmbito de atuação, edefinição do objetivo principal da sociedade.

MISSÃO DO NEGÓCIO – Define o propósito do planejamento e os limites da operaçãoem termos de mercados, linhas de produtos, áreas geográficas e canis de distribuição.

MIX DE PRODUTOS – Proporção de produtos individuais, que permite realizar atotalidade da produção ou o volume de vendas.

ML – Milha Terrestre.

MLI – Momento de Movimentação da Logística Industrial, medido em toneladas metro, davelocidade média dos deslocamentos e comparar com a quantidade e peso dos itens produzidos pela empresa.

MMS – Materials Management System.

MODAIS – são os tipos/meios de transporte existentes. São eles ferroviário (feito porferrovias), rodoviário (feito por rodovias), hidroviário (feito pela água), dutoviário (feito pelos dutos) e aeroviário (feito de forma aérea).

MODAL – O uso que s empresas fazem das alternativas de transporte.

MODELAGEM DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUDON MODELLING) – Uso de técnicasquantitativas e abordagem de sistemas para análise e otimização da operação de distribuição física. É o uso de uma ferramenta computadorizada para determinar e comparar os custos totais dos diversos projetos logísticos de uma empresa.

MODELAGEM DE ESTOQUE (INVENTORY MODELING) – Avaliação de projetoalternativo de estoque ou parâmetros do mesmo, utilizando processos analíticos ou de simulação para apoiar o gerenciamento das decisões.

MODELO DE BOX-IENKINS (BOX- JENKINS MODEL) – Abordagem de previsãobaseada em modelos de regressão e média móvel. O modelo está baseado em observação histórica em intervalos variados de tempo do item a ser projetado e erros históricos nos valores previstos, não em regressões de variáveis independentes.

MODELO DE ESTOQUE COM CICLO FIXO DE REPOSIÇÃO DE PEDIDO (FIXED REORDER CYCLE INVENTORY MODEL) – Forma de modelo Independente degerenciamento da demanda em que um pedido é efetuado a cada n unidades de tempo. A quantidade de pedido é variável e substitui essencialmente os itens consumidos durante o período de tempo atual. Consideremos M o estoque máximo desejado a qualquer momento e x a quantidade disponível no momento em que o pedido é efetuado. Depois, iro modelo mais simples, a quantidade de pedido será M-x. A quantidade M deve ser suficientemente grande para cobrir e demanda máxima esperada durante o lead time mais um intervalo de revisão. O modelo de quantidade de pedido torna-se mais complicado sempre que o lead time de reabastecimento excede o intervalo de revisão porque pedidos pendentes têm de ser levados em consideração. Tais sistemas de repetição de pedidos ás vezes são chamados de sistemas de pedido a intervalos fixos, sistemas de nível de pedido ou sistemas de revisão periódica.

MODELO DE ESTOQUE COM QUANTIDADE FIXA DE REPOSIÇÃO DE PEDIDO (FIXED REORDER OUANTITY INVENTORY MODEL) – Forma de modelo independentede gerenciamento de itens da demanda em que um pedido de uma quantidade específica, Q, é efetuado sempre o estoque disponível mais pedidos atingem um nível predeterminado de repetição de pedido, R. A quantidade fixa de pedido Q pode ser determinada pelo lote econômico, por uma quantidade fixa de pedido (como uma caixa ou carga de empilhadeira) ou por outro modelo gerando um resultado fixo. O ponto de repetição de pedido, R pode ser determinístico ou probabilístico e em qualquer um dos casos é suficientemente grande para cobrir a demanda máxima esperada durante o lead time de reabastecimento. Os modelos de quantidade fixa de pedido assumem a existência de uma espécie de registro de estoque perpétuo capaz de determinar quando se atinge o ponto de repetição de pedido. Estes sistemas de reposição de pedido também são conhecidos como sistemas de quantidade fixa de pedido ou sistemas de tamanho de lote.

MODELO DE REABASTECIMENTO ÓTIMO (OPTIMAL REPLENISHMENT MODEL) – Processo matemático de determinação de qual quantidade pedir e quando, utilizando um ponto de pedido fixo ou intervalo de pedido fixo.

MODELO DE REFERÊNCIA DAS OPERAÇÕES NA CADEIA DE ABASTECIMENTO –Modelo de referência das operações na cadeia de abastecimento – Modelo de atividades desenvolvido pelo Supply Chain Council (EUA) para padronizar a descrição dos processos na cadeia de abastecimento.

MODELOS DE ESTOQUE DE PERÍODO ÚNICO (SINGLE-PERIOD INVENTORY MODELS) – Modelos de estoque usados para definir dimensões de lote econômico ou quemaximizem os lucros quando um item é solicitado ou produzido somente uma vez, por exemplo jornais, calendários, guias de tardas, cartões ou periódicos, ao mesmo tempo que enfrentam demandas incertas.

MODELOS PARA DIMENSIONAMENTO DE LOTE DE ITENS MÚLTIPLOS (MULTIPLE-ITEM LOTSIZING MODELS) – Processos ou sistemas usados para determinar aquantidade total de ordens de reabastecimento para um grupo de itens relacionados.

MODO (MODE) – Qualquer método de transporte incluindo o rodoviário, o ferroviário, oaéreo, o aquaviário e dutoviário. Modo como as responsabilidades estão divididas em uma unidade organizacional com base em grupos de produtos.

MONITORAMENTO DE FROTA (FLEET MONITORING) – Função de seguir a localizaçãoe condição dos vários veículos na frota.

MONOTROLE AÉREO ELETRIFICADO (ELECTRIC OVERHEAD MONORAIL – EOM) – Um trilho ou monovia aérea com eletrificação, onde os trotes suspensos são endereçados automaticamente e estações de trabalho designadas.

MONOVIA (MONORAIL) – Sistema de transporte mecânico e automático. Sistemaelevado de transportador contínuo constituído de trilho e um suporte para carga. Os trilhos possuem uma corrente tracionada por um motor com mecanismo que transporta as cargas.

MONTAGEM (ASSEMBLY) – Etapa em que as peças ou componentes formam o produtoadequado ao processo em questão.

MONTAGEM SOB ENCOMENDA (ASSEMBLE TO ORDER) – Tipo de manufatura queconverte matéria-prima e componentes de nível Inferior a um nível predeterminado de manufatura e montagem ou configura-os conforme pedido do cliente. Produto fabricado contra pedido para que os componentes-chaves (matéria-prima, semi-acabados. subconjuntos, fabricados, comprados, e outros) que se usam no processo final de montagem sejam planejados e armazenados com antecipação ao pedido do cliente.

MONTANTE (RACK) – Elemento fixo ou desmontável, colocado verticalmente sobre umpalete e destinado a permitir o empilhamento.

MOVIMENTAÇÃO – É a parte da logística responsável pelo deslocamento interno deprodutos em geral (acabados, matérias-primas, insumos, componentes, etc.). São utilizados vários tipos de equipamentos nesta operação, como empilhadeiras, tratores, veículos auto-guiados, carrinhos em geral, guindastes, etc.

MOVIMENTAÇÃO ATIVA – Movimentação de todas as mercadorias em direção aomercado, agregando-se aos artigos industrializados, valor de posição, de quantidade e de tempo. Movimentação da mercadoria desde o momento em que está suspensa paralelamente ao costado do navio até que esteja definitivamente armazenada a bordo do mesmo, de forma que não possa sofrer deslocações, danos ou deteriorações, ocupando o menor espaço possível e colocada de maneira que a sua posterior manipulação seja simples de efetuar.

MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAL (MATERIAL HANDLING) – Movimento de produtos emuma pequena distância dentro de uma área. Deslocamento de qualquer material em qualquer superfície ou combinação de superfícies, por quaisquer meios que incluam a estocagem (movimento com velocidade zero) numa mesma empresa. O deslocamento entre as empresas é denominado transporte.

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS – MAM (MATERIAL HANDLING AND WAREHOUSING) – É a arte e a ciência da embalagem, controle e fluxo de materiaisdentro de um complexo empresarial (indústria, terminal, depósito, e outros).

MOVIMENTAÇÃO PASSIVA – Movimentação de todos os equipamentos, juntamente comas mercadorias que agregam custo às mercadorias, e que não agregam valor ao produto industrial.

MOVIMENTO DE PRODUTOS (GOODS MOVEMENT) – Fluxo de um produto específicoou grupo de produtos expresso em termos quantitativos ou financeiros. Este fluxo de produtos pode ser representado por meio da seguinte fórmula: El +E-S=EF El = estoque no inicio de um período E = entrada total de produtos durante este período S = salda total de produtos durante este período El` = estoque no final de um período.

MPS – Master production schedule ou Planejamento-Mestre da Produção.

MPT – MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL – Atividade para garantir a efetividade doequipamento durante a sua vida útil.

MPT ou TPM – Manutenção Produtiva Total.

MRO – Manutenção, Reparo e Operação.

MRP MATERIAL REQUERIMENT PLANNING – Sistema de processamento de dadospara o controle das existências, cadastro de produtos, programação da produção dos produtos carga de máquinas, e controle das necessidades líquidas de matérias-primas.

MTM – Method Time Measurement ou Redutor do Tempo de Execução do Trabalho.

MTO – Make To Order, fabricação conforme pedido.

MTS – Make To Stock, fabricação contra previsão de demanda. Mudança imprevista no nível de pedidos de clientes.

MUDANÇA LÍQUIDA (NET CHANGE) – Abordagem pela qual o plano das necessidadesde materiais é parcialmente regenerado no computador. Sempre que há necessidade de mudança nas necessidades, estoque ou lista de materiais, uma explosão parcial é processada somente nos componentes afetados pela mudança.

MUDANÇA MRP EM REDE (NET CHANGE MRPI) – Muitas empresas dividem suasatividades em uma espécie de unidade de negócio e repartem o planejamento estratégico em dois tipos de estratégia: estratégia corporativa e estratégia da unidade organizacional.

MULTIFUNCIONAIS – (Grupos Multifuncionais) União de pessoas com funções diferentes(Cross-functional) no sentido de integrar áreas e gerar melhorias sistemáticas.

MULTIMODAL – Integração de mais de uma modalidade de transporte.

MULTIMODALIDADE (MULTIMODALITY) – Multimodalidade (multimodality) – Sistemapelo qual as mercadorias são transportadas, por diversos modos de transporte, sob responsabilidade de um único operador (legal e contratual)

MULTIPACK – Embalagem de transporte contendo embalagens de comercializaçãomistas para entrega de pedido a um cliente.

MÚLTIPLO DE EMBALAGEM (ROUNDING ORDER QUANTITY) – Arredondamento daquantidade de um pedido para atender a uma restrição imposta pelo fabricante ou otimizar os custos da cadeia de abastecimento.

MÚLTIPLOS NÍVEIS ONDE USADO (MULTILEVEL WHERE-USED) – Registro de todosos componentes que lista todos os itens similares onde aquele determinado componente é usado diretamente, o nível seguinte mais elevado em que itens similares são usados e assim por diante até o nível mais elevado (nível 0).