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DADOS DE BENCHMARK – São os resultados de uma investigação para determinarcomo os concorrentes ou as empresas líderes de classe obtém seu nível de desempenho.

DAF – Delivered At Frontier ou Entregue na Fronteira.

DATA DE VENCIMENTO DA COTAÇÃO (QUOTATION EXPIRATION DATE) – Data emque a cotação de preço perde a validade.

DATA LIMITE DE EXPEDIÇÃO (SHIP-AGE LIMIT) – Data após a qual um produto nãopode ser expedido para o cliente.

DATA WAREHOUSE – Armazenamento de dados.

DC – Distribution Center.

DDU – Delivered Duty Unpaid ou Entregue sem Taxas Pagas. De acordo com este termo,as obrigações do vendedor terminam quando a mercadoria foi colocada no navio, no cais ou nos barcos utilizados para o carregamento. Isto significa que o comprador deve, a partir deste momento, arcar com todos os custos e riscos de perda e de danos das mercadorias. Convém frisar que, diversamente do FOB, o presente termo exige que o comprador desembarace a mercadoria da alfândega tendo em vista a sua exportação.

DECENTRALIZED INVENTORY CONTROL – Declaração das quantidades disponíveis ouvalor monetário de uma SKU no final de um período, geralmente determinado por um estoque físico.

DECLARAÇÃO DE CARGA (CARGO DECLARATION) – Termo genérico, às vezes chamado de declaração de frete, aplicado aos documentos conforme as especificações exigidas pela alfândega relacionada à carga (frete) transportada comercialmente.

DECLARAÇÃO DE EXPEDIÇÃO (SHIPPING NOTE) – Declaração de preço, termos devenda e descrição dos produtos ou serviços oferecidos por uma empresa para um comprador potencial.

DECLARAÇÃO DO FORNECEDOR – Modo pelo qual um fornecedor dá garantia escrita serviço está em conformidade com os requisitos

DEDUÇÃO EM ESTOQUE DE NÍVEL ÚNICO (SINGLE-LEVEL BACKFLUSH) – Umaforma de dedução em estoque que reduz o estoque somente das peças usadas no nível seguinte de uma montagem ou submontagens.

DEDUÇÃO NO PONTO DE CONTAGEM (COUNT POINT BACKFLUSH) – Dedução noregistro de estoque das peças e componentes utilizados em uma montagem ou submontagem explodindo a lista de materiais de acordo com a contagem das montagens realizadas. Definição de objetivos, e enfoque adotados por uma empresa para com a gestão de materiais.

DELAY – Espera.

DELINEAMENTO DE EXPERIMENTO (DESIGN OF EXPERIMENT) – Processo deestruturação estatística dos estudos válidos em qualquer ciência. Técnica de gerenciamento da qualidade utilizada para avaliação do efeito de mudanças controladas e planejadas com cuidado, para melhorar os processos de produção.

DELIVERED EX QUAY – DEQ – Significa que o vendedor transfere os bens ao compradorquando os mesmos forem disponibilizados para esse último, sem ter acontecido o desembaraço de importação, no cais do porto de destino designado.

DEMAND CHAIN MANAGEMENT – Gerenciamento da Cadeia de Demanda.

DEMANDA – Chamamos então de demanda o número de unidades de uma certamercadoria ou serviço que os consumidores estariam dispostos a comprar, numa certa unidade de tempo, em condições explícitas de ocasião, lugar e preço.

DEMANDA ANORMAL (ABNORMAL DEMAND) – Mudança imprevista no nível depedidos de clientes.

DEMANDA DE ARMAZÉM (WAREHOUSE DEMAND) – Necessidade de reabastecimentode um item no estoque em determinado armazém.

DEMANDA DE PICO (PICK DEMAND) – Período com quantidade demandada maior emcomparação com outro.

DEMANDA DEPENDENTE – Demanda derivada da desagregação das fichas demontagem e estrutura da listagem de materiais de um item ou produto agregado, não sendo, portanto projetada, mas simplesmente calculada. O item que atende a montagem tem demanda dependente e o mesmo item que atende a reposição têm demanda independente.

DEMANDA DO MERCADO – Quantidade de produtos ou serviços que os usuários estãoprontos a adquirir a um certo preço.

DEMANDA DURADOURA (EVERGREEN DEMAND) – Demanda por um longo períodode tempo.

DEMANDA DURANTE O LEAD TIME (LEAD TIME DURING DEMAND) – Número deunidades de um material durante o processo ou lead time de renovação de estoque.

DEMANDA INDEPENDENTE (INDEPENDENT DEMAND) – A necessidade de um itemnão está relacionada com outros itens. Por exemplo, peças de um produto em lançamento, isto é, peças que não são baseadas em produtos instalados.

DEMANDA INSTÁVEL (INSTABLE DEMAND) – Demanda por um material que possuipadrão irregular de intervalo a intervalo.

DEMANDA INTERFÁBRICAS (INTERPLANT DEMAND) – Necessidade de uma fábricapor uma produto ou peça que é produzida por outra fábrica ou divisão na mesma empresa. Apesar de não ser um pedido de cliente, geralmente é tratado pelo programa mestre de produção.

DEMANDA IRREGULAR (LUMPY DEMAND) – Entrada irregular de pedidos que causapicos e quedas na demanda da fábrica.

DEMING – CICLO – Tradicional roda PDCA (plan-to-check-action) utilizada para mostrara interação entre marketing de desenvolvimento, desenvolvimento de produtos, produção e vendas, para se melhorar a qualidade da operação.

DEMING 14 – Prática de administração proposta por Deming como segue: adote opropósito de melhoria contínua dos produtos e serviços, adote uma nova filosofia, não dependa de inspeção para se ter qualidade, reduza os custos utilizando fornecedores parceiros, adote a melhoria contínua dos processos, treine constantemente os colaboradores, fortaleça as lideranças, combata o temor, promova a integração das áreas, elimine os apelos e metas, elimine quotas e objetivos, remova as causas da falta de dignidade, eduque o seu pessoal e faça que todo mundo participe da mudança.

DEMURRAGE OU SOBREESTADIA – Multa determinada em contrato, a ser paga pelocontratante de um navio, quando este demora mais do que o acordado nos portos de embarque ou de descarga.

DENOMINAÇÃO DE MERCADORIAS (PROPER SHIPPING NAME) – Nome usado paradescrever produtos específicos em todos os documentos e notificações de expedição e, se aplicável, nos produtos.

DENSIDADE (DENSITY) – Característica física de medição de massa de um produto pelaunidade de volume Fator considerado importante, desde que a densidade afete a utilização do veículo de uma transportadora.

DENSIDADE DE EMBALAGEM – CUBAGEM UNITÁRIA – Quantidade de embalagem decomercialização, que cabe em um metro cúbico.

DENSIDADE DE EMBALAGEM (PACKAGING DENSITY) – O numero de caixas por volume ocupado. Uma caixa pode envolver um ou vários produtos.

DENSIDADE DE VALOR – Valor de venda do produto, dividido pelo seu volume.

DEPENDÊNCIA DE ENTREGA (DELIVERY DEPENDABILITY) – Capacidade de cumprirdatas e quantidades de entrega previstas de forma consistente.

DEPÓSITO (DE CONTÊINERES) (DEPOT) – Local designado para o transportador emque os contêineres vazios são mantidos em estoques e recebidos ou entregues a operadores ou expedidores.

DEPRECIAÇÃO – Alocação ao valor do ativo permanente, da redução de seu valorsegundo regras estabelecidas, valores que são levados a custo da produção ou às despesas mensais.

DEPRECIAÇÃO DE ESTOQUE (INVENTORY WRITEOFF) – Dedução do valor doestoque na declaração financeira porque o inventário não é mais vendável ou devido a perdas. Apropriado quando o valor do estoque físico é inferior ao valor no livro fiscal.

DEQ – DELIVERY EXQUAY – O fornecedor entrega a mercadoria no cais do porto dedestino.

DES – DELIVERED EX SHIP – Significa que o vendedor transfere os bens no porto dedestino mencionado, a bordo do navio, sem estarem descarregados e sem estarem desembaraçados para importação. O vendedor deve assumir todas as despesas e riscos relacionados com o transporte dos bens até o porto de destino antes de sua descarga nesse local.

DESCARGA (UNLOADING) – No transporte de importação, é a operação de transferênciada mercadoria, desde o momento em que está suspensa da grua, paralelamente ao costado do navio, até que é depositada num determinado ponto do terminal.

DESCONTO (REBATE) – Desconto legitimo para uma organização que efetua compra emconsideração pela quantidade estipulada ou valor em espécie dentro de um tempo especifico.

DESCONTO POR QUANTIDADE COMPRADA (PURCHASE QUANTITY DISCOUNT) – Redução de preço em função da compra em grandes quantidades.

DESDOBRAMENTO DO PLANO DE AÇÃO – Implantação dos planos de ação de umprograma Kaizen, diretamente pelos gerentes de linha e indiretamente através da organização multifuncional.

DESECONOMIA DE ESCALA (SCALE UNECONOMY) – Aumento do custo unitárioprovocado por volume adicional da saída, além do ponto de melhor nível operacional para uma instalação

DESEMPENHO – Nível em que o produto e sua embalagem desempenham os requisitos,mantém a sua utilidade ao longo do tempo especificado, de maneira confiável e segura, antes de ser descartado.

DESENHO DE LEIAUTE – Desenho em que está a aprovação da embalagem impressa.

DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO DO PRODUTO (COLLABORATIVE PRODUCT DEVELOPMENT) – CPD – Processo que estabelece total definição de produto. Para isso,o software CPD permite que os processos incorporem os requisitos de toda a empresa no produto final, a partir das hierarquias de sua modelagem, versões, ciclo de vida e interfaces no suporte a tomadas de decisão.

DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO (1) – Conjunto de ações de engenharia, com afinalidade de transformar as especificações do Marketing de Desenvolvimento, em um artigo industrial manufaturável.

DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO (2) – É um conjunto de tarefas de cunho técnico,com o intuito de fazer o projeto do produto crescer em detalhamento, funcionalidade e resolução de pontos críticos de apresentação e manufaturabilidade.

DESIGN OF EXPERIMENTS- DOE – Designação de mais trabalho a um centro detrabalho do que o esperado em determinado período de tempo. O termo específico geralmente refere-se a uma técnica de computador que envolve o cálculo de revisões das prioridades de fábrica para nivelar a carga de operações por operação.

DESLOCAMENTO – Mudança de mercadorias de local por manuseio, movimentação outransporte.

DESMONTAGEM (KNOCK-DOWN) – Quando os artigos são desmontados com opropósito de reduzir o espaço cúbico da expedição. chamamos o processo de desmontagem de expedição.

DESOVA – Retirada dos itens de um contêiner.

DESPACHANTE ADUANEIRO (BROKER) – Intermediário entre o expedidor e otransportador. O despachante aduaneiro viabiliza o transporte para os expedidores e representa transportadores.

DESPACHO – Atividade de carregamento que envolve controle, abastecimento decombustível, motoristas, equipamentos e espaço em terminais.

DESPATCH ou PRESTEZA – Prêmio devido ao contratante, quando o navio contratadopermanece nos portos, menos tempo do que o acordado.

DESPERDÍCIO (WASTAGE) – Perda de produtos na movimentação, vazamento, extravioetc.

DESPESA COM TRANSPORTE (CARRIER HAULAGE) – Desembolsos de correntes deserviços de transporte oferecido pelo transportador sob os termos e condições dos documentos de transporte e tarifas.

DESPESAS – Dispêndios debitados periodicamente à conta de resultado e que nãoincorporam ao valor do produto acabado.

DESPESAS DE EMBARQUE DO ARMADOR E DESEMBARQUE DO IMPORTADOR -Condição de transporte, segundo a qual as despesas de embarque correm por conta do armador e as de desembarque por conta do importador.

DESPESAS DE EMBARQUE DO ARMADOR E DESEMBARQUE DO IMPORTADOR (LINEAR IN FREE OUT) – Condição de transporte que informa que as despesas deembarque correm por conta do armador e de desembarque por conta do importador.

DESTINO (DESTINATION) – Ponto ou localização no qual a carga é descarregada e/ou otransporte é encerrado.

DESVIO (DEVIATION) – Diferença entre a quantidade de produtos necessária e aacordada. Diferença positiva é chamada surplus (excedente); negativa, é shortage (falta)

DESVIO AUTORIZADO (AUTHORIZED DEVIATION) – Permissão para um fornecedor oufábrica produzir um item que não apresenta conformidade com os desenhos e especificações aplicáveis.

DESVIO DE ROTA (DIVERSION) – Serviço de transporte que possibilita alterações nodestino ou consignatário de uma expedição em trânsito, com ou sem taxa adicional. Só pode ser feito com autorização do embarcador dos produtos.

DESVIO MÉDIO (AVERAGE DEVIATION) – Medida de precisão do modelo de previsão:soma dos valores absolutos de erros de previsão ao longo de uma série de períodos dividido pelo número de períodos.

DEVOLUÇÃO – Redespacho das mercadorias que deverão ser retornadas ao fornecedor.

DFDC – Coleta de dados por rádio freqüência.

DFM – Design for Manufacturing ou Projeto para Manufatura.

DFMA – DESIGN FOR MANUFACTURE AND ASSEMBLY – Desenvolvimento do produtodesde o início das atividades, visando uma manufatura e uma montagem simples e econômica.

DIAGRAMA CAUSA E EFEITO – Diagrama que ilustra as causas principais esecundárias que determinam a ocorrência de um efeito ou de um sintoma, que denominamos problema.

DIAGRAMA DE FLUXO – Representação gráfica das variações ou fluxo de materiais.

DIAGRAMA PERT (PERT DIAGRAM) – Forma de visualizar as atividades como umfluxograma, em que as tarefas são representadas por linhas e as ligações (nós) correspondem a momentos definidos.

DIFERENCIAÇÃO – Diferenças positivas geradas no desenvolvimento do projeto, arespeito da forma, da tecnologia, dos materiais, da funcionalidade, da embalagem e do visual mercadológico e que agradarão o usuário.

DIMENSIONAMENTO DE LOTE DE ITENS MÚLTIPLOS (MULTIPLE-ITEM LOT-SIZING) – Processos ou sistemas para determinar a quantidade total de ordens dereabastecimento para um grupo de itens relacionados.

DIMENSIONAMENTO DINÂMICO DE LOTE (DYNAMIC LOT SIZING) – Qualquer técnica de dimensionamento de lote que cria uma quantidade de pedidos sujeita a recômputo contínuo.

DIRECT STORE DELIVERY – Entrega Diretamente na Loja.

DIRETRIZES DE PLANEJAMENTO – Diretrizes que deverão ser utilizadas em comum emtodos os planejamentos setoriais da empresa.

DIRETRIZES ESTRATÉGICAS – Conjunto de indicações de caráter amplo, quedirecionam a atuação da empresa como um todo e orientem ou canalizam os critérios no processo de tomada de decisão para a escolha dos objetivos estratégicos globais.

DISCRIMINAÇÃO DE MERCADORIAS (PROPER SHIPPING NAME) – Descrição deprodutos específicos em todos os documentos e notificações de expedição, aplicável a produtos.

DISPONIBILIDADE (AVAILABILITY) – Capacidade logística, em se tratando de taxa deestoque e percentual de pedidos, unidades e linhas atendidas completamente.

DISPONÍVEL PARA PROMESSA (AVAILABLE-TO-PROMISE – ATP) – A parte nãocomprometida do estoque e da produção planejada de uma empresa mantida em um programa mestre para cobrir pedidos futuros dos clientes. A quantidade ATP (Available-To-Promise) em um primeiro período é um balanço do estoque não comprometido, e se calcula normalmente para cada período em que haja um recebimento programado no MPS (Master Production System – Plano Mestre de Produção). No primeiro período, o ATP é igual ao inventário físico menos os pedidos dos clientes em débito e já vencidos. Em qualquer período que contenha recepções programadas, o ATP é igual ao MPS menos os pedidos dos clientes deste mesmo período e dos períodos seguintes antes da próxima recepção programada.

DISPOSITIVO DE CARGA UNITIZADA (UNIT LOAD DEVICE) – Qualquer tipo decontêiner ou paleta em que uma remessa pode ser transportada.

DISPOSITIVO DE CARGA UNITIZADA (UNIT LOAD DEVICE) – Qualquer dispositivo deestocagem e movimentação de materiais ou sistemas que combinam produtos em quantidades que podem ser movimentadas ou estocadas, combinadas em unidades únicas.

DISPOSITIVO DE ELEVAÇÃO (SPREADER) – Dispositivo usado para reposição decontêineres e carga unitizada.

DISTRIBUIÇÃO – Atividade associada a movimentação de materiais como produtos epartes sobressalentes, deste o fabricante até o cliente final.

DISTRIBUIÇÃO ATRAVÉS DE FLUXO (FLOW-THROUGH DISTRIBUTION) – Umprocesso no qual os produtos vindos de múltiplas localizações são levadas para a planta central (às vezes chamadas de “cross-dock”). São realocados de acordo com o destino de entrega e transporte no mesmo dia. Isto elimina a estocagem e a movimentação. reduz o nível de estoques além da velocidade de resposta aos pedidos. O projeto, a locação e o gerenciamento do fluxo através da distribuição é frequentemente uma parte da estratégia de reestruturação logística de algumas empresas.

DISTRIBUIÇÃO BIMODAL (BIMODAL DISTRIBUTION) – É aquela que apresenta duascurvas. com duas modas diferentes. Isto ocorre quando estão presentes duas populações diferentes, tais cromo diferentes setores, máquinas, operadores, e outras.

DISTRIBUIÇÃO COMPARTILHADA (SHARED DISTRIBUTION) – Plano que permite queduas ou mais empresas compartilhem o armazém ou transporte para reduzir os custos totais ou para realizar economias de escala.

DISTRIBUIÇÃO DE ERROS DE PREVISÃO (DISTRIBUTION OF FORECAST ERRORS) – Uma estimativa é feita para se obter quais são os erros que acompanham umadistribuição normal. Estes erros são traçados em conseqüência da freqüência e servem para se fazer um estudo de tendências e normalidades.

DISTRIBUIÇÃO EM FLUXO (FLOW-THROUGH DISTRIBUTION) – Processo no qual osprodutos de múltiplas localizações são levados para um armazém central e realocados de acordo com o destino de entrega e transporte o mesmo dia, para eliminar a estocagem e a movimentação dentro do armazém, reduzir o nível de estoque.

DISTRIBUIÇÃO EM POOL (POOL DISTRIBUTION) – Combinação de pequenos pedidospara formar a carga de um caminhão ou vagão.

DISTRIBUIÇÃO EXPONENCIAL (EXPONENTIAL DISTRIBUTION) – Distribuiçãocontinua de probabilidades em que a probabilidade de ocorrências aumenta ou diminui constantemente. O caso de aumento constante (distribuição exponencial positiva) é usado para modelar fenômenos como nível de atendimento ao cliente versus custo. O caso de diminuição constante (distribuição exponencial negativa) é usado para modelar fenômenos como valor dado a qualquer período de tempo da demanda no ajuste exponencial.

DISTRIBUIÇÃO EXPONENCIAL (EXPONENTIAL DISTRIBUTION) – Distribuiçãocontínua de probabilidades em que a de ocorrência aumenta ou diminui constantemente. É usada, no caso de aumento constante, para modelar fenômenos como nível de atendimento ao cliente e custos. No caso de diminição (negativa), é usada para modelar fenômenos como valor dado a qualquer período de tempo da demanda no ajuste exponencial.

DISTRIBUIÇÃO FÍSICA (PHYSICAL DISTRIBUTION) – Atividades relacionadas ao fluxode produtos da conversão ao cliente final. Parte da logística empresarial que corresponde ao conjunto das operações associadas à transferência dos bens objeto de uma transação, desde o local de sua produção até o local designado no destino, e ao fluxo de informações associado. A distribuição física deve garantir que os bens cheguem ao destino em boas condições comerciais, oportunamente e a preços competitivos. Estas atividades incluem o fretamento do transporte, armazenagem, movimentação de materiais, empacotamento de proteção, e controle de estoque.

DISTRIBUIÇÃO NORMAL (NORMAL DISTRIBUTION) – Distribuição estatísticaespecífica em que a maioria das observações enquadram-se próximas à média e um desvio da média pode ser maior ou menor. Expressa graficamente, a distribuição normal se apresenta como uma curva em forma de sino.

DISTRIBUIÇÃO RESPONSIVA (RESPONSIVE DISTRIBUTION) – Distribuição deprodutos com características de responsividade.

DISTRIBUIÇÃO REVERSA – Processo pelo qual uma empresa coleta de seus usuáriosfinais os seus produtos usados, danificados ou obsoletos, além de embalagens ou partes de seus produtos.

DISTRIBUIDOR (DISTRIBUTOR) – Terceiro responsável pela distribuição dos produtosmanufaturados. Compra e venda de mercadorias.

DIVISÃO MODAL (MODAL SPLIT) – O uso relativo que as companhias fazem dos modosde transporte; as estatísticas incluem quilometragem por toneladas, distância por passageiros, e rendimento dos equipamentos.

DOCA – interface entre a expedição, e os transportes com a finalidade de facilitar ocarregamento e descarregamento de mercadorias.

DOCK RECEIPT – Recibo de Doca.

DOCK-TO-STOCK TIME – tempo decorrido entre o recebimento do material na doca e asua disponibilização no estoque para venda.

DOCUMENTAÇÃO – Processo de coletar e organizar documentos ou informaçõescontidas nestes documentos.

DOCUMENTAÇÃO ADICIONAL DE PRODUTO (ADDITIONAL PRODUCT DOCUMENTATION – APO) –Toda e documentação formal relacionada aos produtos ouparte dele com exceção de normas e documentos técnicos de produtos. Por exemplo: relatórios da qualidade, cálculos de preço.

DOCUMENTO DE TRANSPORTE COMBINADO (COMBINED TRANSPORT DOCUMENT – CTD) – Documento negociável ou não que constitui contrato dedesempenho e/ou aquisição de desempenho de transporte combinado de produtos.

DOE -DESIGN OF EXPERIMENTS – Dois ou mais transportadores de diferentes tipostransportando uma expedição.

DOLLY ou ROMEU E JULIETA – Um reboque com uma quinta roda, usada paraconverter um semi-reboque em reboque. É muito utilizado para o transporte de cana de açúcar.

DORMENTE – Nome dado às travessas, geralmente de madeira, em que assentam oscarris da linha ferroviária.

DORT – Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho – Qualquer doençaocupacional, que venha a provocar ou não o afastamento do trabalho.

DOWNSIZING – Redução dos níveis hierárquicos em uma organização com o objetivo deaproximar os níveis operacionais da alta direção.

DRAGAGEM – Serviço de escavação nos canais de acesso e áreas de atracação dosportos para manutenção ou aumento da profundidade.

DRAW-BACK – Envolve a importação de componentes, sem pagamento de impostos (IPI, ICMS, Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante e Imposto sobre Prestações de Serviços de Transporte Estadual), vinculada a um compromisso de exportação. Restituição de imposto alfandegário ou aduaneiro que é pago na importação de produtos que mais tarde serão exportados.

DRAYAGE – O transporte local do frete. O termo é usado para descrever transportes adistâncias mais longas, mas geralmente em um contexto intermodal. Por exemplo, o termo se aplicaria a um contêiner transportado de um terminal ferroviário ou navio para seu destino final ou vice-versa.

DRAYAGE – Transporte a distâncias muito longas, utilizando-se vários modais.

DRIVE-INS – Estrutura de verticalização dos estoques usada, preferencialmente, emcasos onde se tem um grande volume de materiais e poucas variedades de itens, não perecível e de pouca seletividade. Estruturas de aço semelhante aos porta-páletes contendo longarinas verticais em formas de colunas, servindo para armazenagem de grandes quantidades de páletes.

DRIVEWAY ACESS – Rampa niveladora.

DROP & HOOR – Deixar semi-reboque em operação.

DROPSHIP – Muitas paradas para entrega de produtos em muitos locais por um mesmoveículo.

DRP – Distribution Resource Planning ou Planejamento dos Recursos de Distribuição.

DRW (DAILY ROUTINE WORK) – Aplicação diária do PDCA em todas as atividades detipo repetitivo da empresa, a fim de satisfazer as necessidades e as expectativas do cliente (interno ou externo). A essência do DRW é a orientação de todos ao seu cliente. Constitui-se no instrumento gerencial para o melhoramento, a pequenos passos, das atividades que não estão na política anual e manutenção dos serviços de todas as unidades da empresa.

DRY-PORT – Porto Seco.

DSD – Direct Store Delivery – Mercadorias entregues diretamente às lojas a partir dasfábricas, sem passar pelo depósito do distribuidor ou centro de distribuição do fabricante.

DSE – Declaração Simplificada de Exportação.

DTD – DOCK TO DOCK – É o tempo decorrido entre o recebimento da matéria-prima atéa expedição dos produtos acabados.

Dumping – É quando há subsídios e produtos a um custo menor do que o real defabricação.

DUN – DISTRIBUITION UNIT NUMBER – Código de barras onde se acrescenta o dígitoque trata da variante logística.